Comércio Asiático no Recife – A bola da vez!

Publicado: 13.07.2012 em chineses, coreanos, governo, japoneses, município, Pernambuco, povo, Recife, tigres asiáticos
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Há mais ou menos seis anos, quando da minha segunda viagem ao Arquipélago de Fernando de Noronha, Conheci uma estudante de Secretariado do rio Grande do Sul; em nossa conversa chegamos ao assunto sobre a economia emergente dos Tigres Asiáticos.
Ela, que também era estudante entusiasta do Mandarim, afirmou que era questão de tempo para que aquela economia (Tigres Asiáticos) passasse a dominar o comércio internacional; Acho que eu conheci uma profeta! digo isto porque recentemente, quando precisei acompanhar minha esposa em compras no Comércio do Recife, mas especificamente nas imediações e adjacências do Mercado São José, fiquei assustado com o número de estabelecimentos cujo os proprietários eram asiáticos, embora não saiba diferenciar entre um Chinês e um Coreano, acredito que pelos traços étnicos sejam em sua maioria Coreanos.

Passei a observar como estão avançando de forma contundente na Capital Pernambucana, ao tempo que não pude deixar de perceber o crescimento paralelo do comércio informal nas ruas, que por sua vez não possui sua classe dominante nos asiáticos, mas nos pernambucanos, que dia após dia, amontoam-se nas calçadas e sofrem repensão do Governo Municipal e falta de incentivo empreendedor por parte do Estadual; Disso tudo concluí que, a língua que predomina no comércio do Recife não é o português, também não é o mandarim, mas é a língua oficial do sistema capitalista: O dinheiro. 

Os estrangeiros chegam em Pernambuco, com um capital infimamente pequeno em comparação ao que constrói em pouco tempo aqui, com contatos diretos e facilitados de seus fornecedores e passam a gozar de facilidades e incentivos do governo que, cobram o mesmo dos pernambucanos ou brasileiros que tentam sobreviver na calçadas recifenses; o detalhe disso tudo, é que o comerciante local-informal não possui o capital ínfimo, e o pouco que gasta é para tentar a sorte e aventurar-se contra a fiscalização municipal, sofrendo o prejuízo de poder perder tudo que investiu por não ter a mesma estrutura de incentivo e facilitação que os asiáticos (que chegaram por aqui agora) possuem.

Enquanto os filhos da pátria mendigam a oportunidade de sobreviver, os vizinhos estrangeiros compram do governo do nosso povo, aquilo que por direito deveria ser nosso.         

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