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Magistrado alega que decisão do CNJ contraria ‘princípios celestiais’

Juiz que também é Pastor da Assembléia de Deus pede demissão para não realizar casamento gay. Disse o juiz: “Deus não admite isso. Ele acabou com Sodoma por causa desse tipo de comportamento”.
Juiz pede demissão no Pará para não realizar casamento gay
O juiz de paz do Cartório do Único Ofício de Redenção, sudeste do Pará, pediu demissão do cargo após decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios a realizarem casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ele alega que “o casamento homoafetivo fere os princípios celestiais”.
Nomeado para o cargo há sete anos, José Gregório Bento, 75 anos, há mais de quatro décadas é pastor da Igreja Assembleia de Deus, e trabalha como voluntário no cartório civil da cidade, fazendo conciliações e celebrando casamentos.
Segundo o pastor, ele protocolou a demissão porque se recusa a obedecer a decisão CNJ, publicada no último dia 14 de maio, que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil e converter a união estável homoafetiva em casamento.
“Deus não admite isso. Ele acabou com Sodoma por causa desse tipo de comportamento”, declarou José Gregório. “Acho essa decisão horrível. Ela rompe com a constituição dos homens, mas não vai conseguir atingir a constituição celestial”, completa.
Segundo Gregório, ele recebeu a notificação de que não poderia se recusar a fazer casamentos homoafetivos nesta segunda-feira (20) mas afirmou que, desde a publicação da decisão da Justiça, já havia tomado a decisão de abrir mão do cargo. “Não há lei dos homens que me obrigue a fazer aquilo que contrarie os meus princípios”, alega. “Existe ai uma provocação para um grande tumulto no nosso país. Deus fez o homem e a mulher para a procriação, para reproduzir. Não sei onde vai chegar isso”, questiona.
O pastor afirma ainda que solicitou a demissão ao titular do cartório, Isaulino Pereira dos Santos Júnior, mas que o tabelião pediu que ele permanecesse no cargo. “Ele me pediu para eu ficar e disse que caso alguém solicitasse o pedido de casamento homoafetivo, outro juiz de paz seria chamado para realizá-lo. Mas aqui, graças a Deus, ainda não chegou ninguém pedindo o casamento homoafetivo”.
Cartório nega discriminação
Procurado pelo G1, o titular do cartório civil de Redenção negou a versão do pastor. “De fato, ele pediu afastamento do cargo na quarta-feira passada (15), alegando que iria mudar de cidade para cuidar da esposa que estaria internada na UTI de Goiânia, mas não falou nada sobre se recusar a fazer casamentos entre pessoas do mesmo sexo”, alegou Isaulino.
Ainda de acordo com o titular do cartório, caso o pastor tivesse pedido exoneração porque não aceita o casamento homoafetivo, ele seria imediatamente afastado do cargo. “Eu iria acatar o afastamento, porque não pode haver discriminação. Caso ele queira sair por esse motivo, eu vou solicitar imediatamente ao juiz da comarca outro juiz de paz”, afirma Santos Júnior, que garante ainda que o pastor não entregou ao cartório nenhuma solicitação oficial de demissão do cargo.
Segundo o presidente da Associação dos Magistrados do Pará (Amepa), Heyder Ferreira, o juiz de paz pode pedir demissão se discordar de uma decisão do CNJ. “Se ele continuar no cargo, é obrigado a cumprir a determinação, mas por ser voluntário, não podemos impor. O cartorário, em compensação, é obrigado a cumprir a determinação”, explica.
De acordo com o último levantamento realizado pelo IBGE, no Censo 2010, 1.782 pessoas declararam viver em casamento entre pessoas do mesmo sexo no Pará.
Fonte: Tribuna Hoje

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1ª) ARGUMENTAÇÃO: Em Romanos capítulo 1, Paulo estava condenando somente a luxúria e a promiscuidade homossexual. O apóstolo não estava condenando as monogâmicas e amáveis relações homoafetiva. Para Paulo, as amáveis e monogâmicas relações homossexuais não são condenáveis por Deus.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: Em Romanos 1 Paulo condena contundentemente todas as formas de comportamento homossexual, quer promíscuo, quer monogâmico. No texto, Paulo não reflete o pensamento dos homossexuais uma vez que se o homossexualismo fosse permissível dentro de um contexto amável e monogâmico podemos dizer também que sexo com animais é permitido desde que o relacionamento do humano com o animal seja amoroso e monogâmico. Se o homossexualismo é permitido sob determinadas condições, como argumentam os homossexuais, então, o assassinato, a mentira e outros pecados elencados por Paulo também são permitidos sob certas condições.
2ª) ARGUMENTAÇÃO: No capítulo 1 de Romanos, Paulo estava apenas se referindo à prostituição cúltica grega, ou seja, aos rituais cultuais dos gregos. 
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: Em nenhum momento o texto fala sobre prostituição cúltica grega. Em Romanos 1, Paulo fala o que acontece quando as pessoas expulsam Deus de seus pensamentos e passam a adorar ídolos. Na verdade, o tema de Romanos 1 é sobre comportamento moral pessoal. Se o apóstolo estava condenando a prostituição ritual grega, era de se esperar que a igreja primitiva não condenasse todas as formas de homossexualismo. No entanto, a igreja primitiva e todas as denominações cristãs sempre condenaram o homossexualismo. Será que erraram durante 2000 anos? Se Cristo e os apóstolos aceitaram a tal de homossexualidade amável e monogâmica porque ela foi rejeitada e veementemente condenada na igreja apostólica?
3ª) ARGUMENTAÇÃO: Em Romanos 1, Paulo em concordância com a cultura grega estava condenando a exploração sexual de jovens menores por parte de homens adultos.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: Essa visão dos militantes gays considera Paulo um reprodutor da cultura pagã grega. Isso não é verdade, pois Paulo escreveu sob a direção sobrenatural do Espírito Santo – 2 Pe 3:15. Portanto, não se deve querer entender a cosmovisão do apóstolo Paulo olhando para a cultura grega ou romana, mas para o Antigo Testamento, os ensinos de Jesus e de outros apóstolos. A condenação de Paulo ao homossexualismo em Romanos 1 é consistente porque está alicerçada na Lei de Deus revelada a Moisés. Quando os militantes gays tenta defender a tese de que em Romanos 1 Paulo estava condenando somente a exploração sexual de jovens menores por parte de adultos, há um pano de fundo nessa defesa: eles querem dizer que quando dois homens alcançam a idade de 18 anos, Deus aprova o homossexualismo.
4ª) ARGUMENTAÇÃO: Quando Paulo diz em Romanos 1 que a homossexualidade é “contra a natureza”, ele está afirmando que a homossexualidade é somente contra a “natureza” dos heterossexuais. Ou seja, os homossexuais não estão agindo contra a natureza; estão agindo, sim, com a sua verdadeira natureza biológica- homossexual. Quando um heterossexual passa a ser homossexual, aí sim, essa pessoa está agindo contra a sua natureza biológica-heterossexual. Portanto, Paulo não está condenando a homossexualidade em si, mas está condenando a prática não natural de heterossexuais se tornando homossexuais.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: No texto, Paulo em nenhum versículo se refere a heterossexuais que praticam homossexualidade. Paulo simplesmente condena a homossexualidade em si. O apóstolo enfatiza que a prática homossexual é resultado do coração humano em se afastar de Deus, é resultado da apostasia do coração V 24: “Pelo que também Deus os entregou às concupiscências do seu coração”. Além disso, na visão dos homossexuais é pecado os heterossexuais praticarem atos homossexuais, então, por que os homossexuais seduzem homens heterossexuais?
5ª) ARGUMENTAÇÃO: Salomão era a favor do homossexualismo, pois em Eclesiastes 4: 11 diz: “Se dois dormirem juntos, eles se aquietarão; mas um só como se aquentará?”. Portanto, num clima como o da Judéia, dormir juntos só pode ter conotação homoafetiva.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: Esse versículo, no seu contexto está falando de cooperação mútua. O que Salomão está enfatizando é que o companheirismo tem muita vantagem, pois Deus não nos criou para vivermos isolados uns dos outros. Todos nós precisamos da ajuda, do apoio e da cooperação dos irmãos na fé. Além disso, “dois dormirem juntos” não significa necessariamente abrasamento de dois homossexuais.
6ª) ARGUMENTAÇÃO: Davi e Jônatas mantinham relações homoafetivas, pois Davi disse que seu amor por Jônatas ultrapassava o de mulheres (2 Sm 1:26).
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: A palavra hebraica para “amor” é “ahavá”. Essa palavra hebraica aparece com sentido “paternal” em Gênesis 25:28 (Isaque gostava de Esaú). Aparece com sentido de “amizade” em I Samuel 16:21 (Saul afeiçoou-se a Davi). Aparece com sentido de “amor ao próximo” em Levítico 19:18 (amarás ao próximo como a ti mesmo). Aparece com sentido de “amor a Deus” em Deuteronômio 6:5 (amarás o Senhor teu Deus). Nessas passagens “ahavá” não tem conotação erótica. E também em 2 Samuel 1:26 não tem conotação erótica como querem os homossexuais. Na verdade, o que Davi estava dizendo a Jônatas era: “Tua amizade me é mais preciosa que o amor das mulheres”, ou seja, “ahavá” tem conotação de “amizade”. Além disso, amor das mulheres era algo que Davi conhecia bastante. Davi conheceu: Mical, Abigail, Maaca, Abital, Eglá, Ainoã. Davi não teve dificuldades de atração pelo sexo oposto.
7ª) ARGUMENTAÇÃO: As palavras “efeminados” e “sodomitas” em I Coríntios 6:10 foram intencionalmente mal traduzidas.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: A palavra traduzida para “efeminado” é a palavra grega “malakoi” que significa literalmente “macio no trato”. Na cultura grega, essa palavra era usada de forma metafórica para homens que assumiam o papel passivo no ato homossexual. A palavra grega traduzida para “sodomita” é “arsenokoitai” que se refere a homens que assumiam o papel ativo no ato homossexual. Essas traduções são sustentadas pelos eruditos da língua grega.
8ª) ARGUMENTAÇÃO: A palavra “homossexual” só foi inventada em 1869, portanto, no século passado. A Bíblia foi escrita entre 2000 e 4000 anos atrás, portanto, os escritores da Bíblia nunca usaram essa palavra.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: Não se deve confundir “terminologia” com “conceito”. De fato a palavra “homossexual” é um termo relativamente novo, porém o conceito é antigo. Na Bíblia não encontramos a palavra “sequestro”, “prostituição infantil”, “tráfego de drogas”, no entanto, tais atos são pecaminosos. Além disso, mesmo que Jesus não tenha falado a palavra “homossexual”, ao se referir ao plano de Deus para a sexualidade Ele reafirmou o ensino do Antigo Testamento sobre o casamento heterossexual e monogâmico – “Não tendes lido que no princípio, o criador os fez macho e fêmea, Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher e serão dois numa só carne” (Mt 19:4 e 5).
9ª) ARGUMENTAÇÃO: Levítico 18:22 e Levítico 20:13 que condenam o homossexualismo se aplicam somente à nação de Israel. As leis do Antigo Testamento invalidaram-se com a vinda de Jesus Cristo de acordo com Colossense 2:14.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: As únicas leis que não possuem validade para hoje são as leis cerimoniais, pois elas apontavam para Jesus e para a sua obra por meio de figuras e tipos. A lei moral de Deus continua em vigor. É um absurdo confundir ordenança moral com ordenança cerimonial. De acordo com Colossenses 2:14 “cerimônias” foram removidas mediante o sacrifício vicário de Cristo na cruz, moralidade não. A lei moral de Deus é intrínseca à sua natureza e caráter, portanto, é absoluta, imutável e eterna, e ainda está em vigor. A proibição do homossexualismo em Lv 18:2 e em Lv 20:13, nada tem a ver com cerimonial. Além disso, se as leis contra o homossexualismo fossem somente restritas à nação de Israel, então, porque o homossexualismo foi condenado em Sodoma, cerca de 400 anos antes de a nação de Israel existir? – “Como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que se havendo entregado à imoralidade sexual e seguindo após outra carne, foram postos para exemplo, sofrendo a vingança do fogo eterno” (Judas 7).
10ª) ARGUMENTAÇÃO: Sodoma não foi destruída devido a homossexualidade, mas, sim, porque os seus habitantes não eram hospitaleiros. Quando os homens de Sodoma pediram a Ló para conhecer os visitantes (os dois anjos com aparência humana), eles não pretendiam manter relações sexuais com eles. O verbo “conhecer” não tem conotação sexual. Maliciosamente o verbo “conhecer” foi traduzido como sinônimo de ato sexual.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: Em primeiro lugar, uma cidade por não ser hospitaleira não explicaria um julgamento tão severo da parte de Deus. Em segundo lugar, o verbo hebraico que aparece nesse contexto é “yada” o qual tem vários significados. Esse verbo aparece 900 vezes no Antigo Testamento e pode ter o significado de: saber, conhecer, reconhecer, dar-se conta e relações sexuais. Na história de Sodoma e Gomorra, o verbo “yada” tem a conotação sexual pelo tom de ameaça dos homens de Sodoma – Gn 19:5. Além disso, a resposta de Ló aos homens de Sodoma oferecendo suas duas filhas só tem conotação sexual. E, mais, os homens de Sodoma rejeitaram as filhas de Ló o que demonstra o desejo homossexual. A Bíblia denominada “Bíblia no Princípio” do judeu André Chouraqui, expressa Gn 19:5 dessa maneira: “Onde estão os varões que a ti vieram nesta noite? Faze-os sair até nós, vamos penetrá-los”.
11ª) ARGUMENTAÇÃO: Em Deuteronômio 23: 17 e 18 fica claro que Deus condena somente a prostituição ritual masculina e os ritos cúlticos de fertilidade associados a ela. Ou seja, Deuteronômio 23: 17 e 18 se aplica ao homossexualismo pagão e idólatra. Portanto, o homossexualismo moderno não tem nada a ver com o homossexualismo nos tempos antigos. Deus condenava a homossexualidade dos tempos antigos por ser, idólatra e pagã.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: Já vimos que Lv 18: 22 e 20:13 são passagens que proíbem o homossexualismo na forma pessoal, pois é abominação ao Senhor, ou seja, o homossexualismo é um ato detestável e repulsivo a Deus. Em Deuteronômio 23: 17 e 18 Deus está de fato condenando o homossexualismo na forma cúltica. Portanto, Deus é contra o homossexualismo tanto na forma pessoal como na forma ritual (cúltica). Vale salientar que nos três primeiros versículos de Levítico 18 Deus diz para os israelitas não imitarem as práticas cúlticas dos cananeus porque eram idólatras e pagãs, mas o restante do capítulo descreve pecados sexuais proibidos, tais como incesto, relações sexuais no ciclo menstrual e homossexualismo. O capítulo todo de Levítico 18 trata de moralidade. A predominância do capítulo 18 de Levítico é de ordem moral e não com respeito aos rituais de homossexualidade cultual.
12ª) ARGUMENTAÇÃO: Jesus nunca existiu. Jesus foi uma imaginação popular.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: É inegável a existência de Jesus. Os próprios inimigos de Jesus deram testemunho dele. A história foi dividida entre antes e depois de Cristo. Se a existência de Jesus foi uma fraude, então, Napoleão Bonaparte, Nero, Alexandre, o grande e Hitler são meras especulações da mente humana. A mesma história que registra a existência e os atos de cada um desses homens registra também a existência e os atos de Jesus Cristo. Historiadores sérios como o historiador judeu Flávio Josefo e o historiador romano Cornélio Tácito registraram a existência de Jesus. O governador romano Plínio, o moço; o imperador de Roma Adriano; o poeta grego Luciano Samosata e o escritor romano Caio Suetônio deram testemunho da existência de Jesus. O professor Joseph Klausner, professor de literatura judaica em Jerusalém, afirma em seu livro “Jesus de Nazaré” – “Sabemos efetivamente que na Judéia viveu um judeu chamado Jesus, a quem chamaram o Messias, o qual fez milagres, ensinou o povo e foi morto por Pôncio Pilatos”. Portanto, além da inerrante Palavra de Deus de que Jesus é real, tem-se apoio histórico.
13ª) ARGUMENTAÇÃO: Se Jesus existiu era homossexual. Ele conviveu predominantemente com homens, era muito meloso falando dos lírios do campo e das aves do céu, tinha muita sensibilidade com as crianças e mantinha uma relação homoafetiva com João.
CONTRA-ARGUMENTAÇÃO: Somente quem não compreende a natureza divino-humana de Jesus faz tal argumentação. O Deus encarnado jamais nutriria por suas criaturas qualquer tipo de amor que não fosse Ágape. Somente quem perdeu a visão do relacionamento Criador-criatura, Salvador-pecador, Senhor-servo, Mestre-discípulo, Pai-filho arrota tamanha blasfêmia.
Ir. Marcos Pinheiro



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Participação: Você blogueiro Cristão ou que tem um Site, a publicação desse Manifesto é livre. Divulgue esse Manifesto que não é politico nem promove política ou denominação religiosa. Nosso objetivo é esclarecer a Posição do Povo de Deus pela Base, esse é o seu Manifesto e não o manifesto de algum líder ou igreja. Participe, Divulgue e compartilhe nas Redes Sociais. O Manifesto está à disposição do Parlamento Brasileiro como uma Petição para abolir o uso do termo Homofobia como forma de pressão e imposição contra os valores de Família. Não fique omisso, agora é a sua voz em prol da liberdade cristã de expressão e opinião.
OBS: Cópia e reprodução liberada e incentivada com fidelidade ao texto


Ás igrejas evangélicas e o povo evangélico não têm um representante único como acontece com a Igreja Católica, nem pretende ou considera necessário ter um representante único, portanto, os vários líderes que existem em nosso meio, representam suas parcelas no meio cristão-evangélico, sejam eles históricos, tradicionais, pentecostais ou neo-pentecostais. 


Diante dessa realidade, todos nós que cremos em Jesus Cristo como sendo o Único Senhor e Salvador da humanidade, que cremos e consideramos o Seu sacrifício na cruz suficiente para a nossa Salvação, reconhecemos a Jesus como o Unigênito Filho de Deus, sendo Ele o Único Caminho e o Único intercessor entre o Homem e Deus, cremos na Sua ressurreição e na Sua volta para buscar a Sua igreja (aqueles que o aceitaram e aceitaram à Sua Palavra) e aqueles que creem na Graça da redenção e na Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, como única regra de fé e pratica Cristã, como condição básica para definir o grupo denominado como Evangélico, independente de denominação ou nomenclatura. 


Assim identificados e abaixo assinamos, declaramos nossa posição como Evangélicos e protestantes diante da Sociedade Brasileira, posicionando claramente o pensamento dominante sobre assuntos polêmicos e relevantes que se apresentam nos dias atuais: 


1. Os Evangélicos Brasileiros reconhecem e respeitam a Constituição Brasileira em vigor. 


2. Reconhecemos os direitos de todos os cidadãos brasileiros independentemente de credo, religião, raça, cor, sexo, opção sexual ou quaisquer outra diferença estabelecida na Carta Magna. 


3. Os Evangélicos Brasileiros vem a público manifestar repúdio a Homofobia e ao mesmo tempo o seu repúdio a proposta de mudança constitucional pela PL 122/2006 que ferem os princípios básicos da liberdade e dos Direitos Humanos, inclusive, Liberdade de pensamento e opinião, prevê punições severas aos críticos e que definimos como a implantação de uma “Ditadura Gay”. 


4. Declaramos que reconhecemos a Homofobia como ela é, uma doença psicossomática que atinge a pessoa através de distúrbios e transtornos mentais e psicológicos que levam a violência contra o Homossexual. Como doença, precisa ser diagnosticado por profissional habilitado, diplomado e especializado. 


5. Repudiamos o uso da Homofobia como forma de pressão e ataque contra pessoas de bem, com objetivos de forçar a sociedade a atender os desejos de determinados grupos ativistas com interesses políticos sectários, portanto, o uso inadequado do termo, é, por nós, considerado como calunia e difamação e um atentado contra a liberdade de pensamento, credo e expressão (opinião). 


6. Deixamos clara nossa posição em reconhecer os direitos dos homossexuais e afins, quanto à liberdade e livre arbítrio na opção ou orientação sexual, entendemos ser esse um valorpessoal de cada indivíduo, porém, reconhecemos o direito individual de homossexuais que desejam orientação e ajuda quanto às questões sexuais, quando isso for da sua inteira vontade, jamais por pressão psicológica, assim, entendemos que o homossexual que desejar ajuda religiosa, médica ou psicológica para seus problemas, inclusive de ordem sexual, deverá fazê-lo por livre e espontânea vontade, expressa e declaradamente, inclusive, aconselhamos aos religiosos que se assegurem documentalmente dessa opção do indivíduo, caso o mesmo venha a arrepender-se eventualmente, protegendo a instituição de pessoas que possam usar de má fé. 


7. Repudiamos o uso da estrutura pública federativa e dos recursos públicos de qualquer natureza, impostos e contribuições, canais de comunicação, rádio e TV para todo e qualquer tipo de propaganda gay que incentive ou estimule a prática do homossexualismo, principalmente entre menores de idade (indivíduos com idade inferior a 18 anos). 


8. O uso de funcionários públicos, prédios públicos e qualquer outro equipamento público que produza material para a prática de proselitismo gay, propaganda ou ensino que estimule a pratica homossexual deve ser criminalizada. Tratada como corrupção e desvio de verbas públicas. 


9. Não reconhecemos o ensino e consideramos falaciosa e criminosa, todo o ensino sobre “Natureza Gay”. Declaramos como mentirosa e de má fé todos os ensinos que induzem a existência de um terceiro sexo. Repudiamos toda mentira e declaração de fato cientifico não comprovado, uma vez que tal afirmação não encontra qualquer comprovação e sustentação cientifica séria. 


10. Os evangélicos brasileiros respeitam as Leis brasileiras, inclusive as que estabelecem a união homoafetiva e que garantem os direitos jurídicos dessa união, porém, repudiamos qualquer tentativa de obrigar às igrejas a realizar Casamento entre pessoas de mesmo sexo, sendo essa a mais importante instituição criada por Deus, ou seja, a união de homem e mulher pelo Casamento instituída pelo próprio Deus. 


11. Os Evangélicos brasileiros reafirmam seus direitos constitucionais de Liberdade de Expressão, opinião, pensamento e culto. Temos a garantia constitucional de professar nossa fé na Bíblia Sagrada como a verdade da palavra de Deus e Sua vontade manifesta para a humanidade. Reconhecemos que a crença é pessoal e individual, não podendo haver imposição de valores cristãos a nenhum cidadão brasileiro, assim como não aceitamos a imposição dos valores homossexuais a ninguém e principalmente às crianças e adolescentes brasileiros. 




12. Reafirmamos que o Reino de Deus (Céu) é para os que creem na Sua Palavra, a Bíblia Sagrada, e no sacrifício de Nosso Redentor, o Cristo de Deus, pela fé. O Reino de Deus não é político, o Reino de Deus é espiritual. O Evangelho é para os que estão dispostos a renunciar ao Mundo, aos desejos naturais da carne (do corpo humano). Os que não desejam entrar no Reino de Deus não tem obrigação de cumprir Sua Palavra ou renunciar seus desejos carnais, porém, a Igreja tem não só o direito, mas a obrigação de anunciar o Reino de Deus, pois para isso fomos chamados e escolhidos pelo Senhor Jesus, conforme cremos, determina a Sua Palavra que milagrosamente a temos. Amém!

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Abre-se uma vaga para a presidência da comissão de Direitos Humanos. Exigências: Ser Militante da Causa Gay!
É importante também ao candidato não ser um Cristão Ortodoxo, bem como não poder crer na Bíblia como a inerrante Palavra de Deus. Diante da seleção, dar-se-a prioridade aos candidatos que não se opuserem a todas opiniões, gestos, ordens e ao facismo do Deputado Federal Jean Wyllys, que considera o povo evangélico  e Cristão em geral, principalmente os que adotam a Bíblia como a palavra  irrefutável de Deus. Ao Famigerado Deputado Pr. Marco Feliciano, sobe ao título de Pesadelo do Deputado Militante da causa Gay, Jean Wyllys, já que representa tudo quanto este último considera como desprezível e e descartável na Sociedade mundial.
Cabe agora ao povo brasileiro delimitar o que vem a ser direitos humanos: Direitos de Todos, ou direito das Minorias? se meu conceito filosófico me impede de exercer uma função pública e de interesse público, então se redefina o que vem a ser este tal de Direitos Humanos! se é que pode-se ainda ser chamado assim, já que na mente de militantes como o Sr. Deputado Jean Wyllys, TODOS NÃO SÃO IGUAIS PERANTE A LEI!!!! Apenas quem defende a causa Nobre do LGBT, um molde importado de países sem nenhuma afinidade com a nossa cultura, apenas uma opinião forçada de uma meia dúzia de senhores e senhoras que decidiram relacionar-se com o seu próprio gênero…
Exclua-se a Bancada Evangélica da Câmara dos deputados, ovacione-se os que defendem e discriminam pela causa gay. è o que parece desejar o Eleito Nobre Excelentíssimo e revoltado Deputado Jean Willys, por simplismente um religioso ascender a um posto que ele acha ser de uso particular dele.

Morre um Homossexual!

Publicado: 20.11.2012 em crítica, homossexualismo

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Quando um negro é assassinado ninguém investiga crime de racismo; quando um nordestino é morto, ninguém investiga se foi xenofobia; porque então todo atentado contra o homossexual é logo tratado como homofobia? ESTÃO CRIANDO UMA CIRCUNSTÂNCIA FALSA NA SOCIEDADE!

Fonte: Facebook

Agora é Lei!

Publicado: 03.06.2012 em homossexualismo

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A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nesta quinta-feira (24) projeto de lei que inclui no Código Civil a união estável entre homossexuais e sua futura conversão em casamento. A proposta transforma em lei uma decisão já tomada por unanimidade pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em maio de 2011, quando reconheceu a união estável de homossexuais como unidade familiar.Em seu relatório sobre o PL, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) defendeu a proposta lembrando que o Congresso está atrasado não apenas em relação ao STF, quanto em relação à Receita Federal e ao INSS, que já reconhecem casais do mesmo sexo em suas normas. A senadora lembra, no entanto, que a conversão de união estável em casamento não tem qualquer relação com o casamento religioso.

“O projeto dispõe somente sobre a união estável e o casamento civil, sem qualquer impacto sobre o casamento religioso. Dessa forma, não fere de modo algum a liberdade de organização religiosa nem a de crença de qualquer pessoa, embora garanta, por outro lado, que a fé de uns não se sobreponha à liberdade pessoal de outros”, apontou em seu relatório.

Apesar da decisão do STF, que serve de jurisprudência para as demais esferas judiciais, casais homossexuais têm tido dificuldade em obter na Justiça a conversão, mesmo em cidades grandes como São Paulo e Rio de Janeiro. Vários juízes alegam, apesar da decisão do órgão superior, que não há legislação a respeito. Durante a votação do STF, o então presidente do Tribunal, ministro Cezar Peluso, cobrou do Congresso que “assumisse a tarefa que até agora não se sentiu propensa a fazer” e transformasse a conversão em lei.

Via – Uol



A nova aposentadoria equivale a menos de US$ 1 por dia

Fonte: BBC Brasil 


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O Presidente americano Barack Obama, extirpou lei que bania homossexuais declarados nas Forças Armadas, agora o Militar pode se declarar Gay apartir do dia 20 de setembro.
O Don’t Ask, Don’t Tell (Não Pergunte, Não Conte), funciona há 17 anos no EUA, onde o homossexual não podia declarar sua conduta sexual nem ser questionado sobre. Agora com o fim deste regime, pode haver a livre declaração depois que presidente assinou a certificação após se reunir com o secretário de Defesa, Leon Panetta, e com o chefe do Estado maior das Forças Armadas, Mike Mullen.
Um universo de 13.000 pessoas foram expulsas das forças militares dos EUA por violarem a regra do “Don’t Ask, Don’t Tell”, o que pode gerar ações para reintegração às fileiras militares, além dos direito que isto pode refletir para os companheiros civis dos homossexuais.
Ler mais em Yahoo Notícias

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Em uma aula sobre Ética na Arbitragem, quando em dado momento se costurou um ambiente propício para debate sobre a União Estável entre Homossexuais. Ultrpassada a questão  da União Estável, inusitadamente o professor externou sua opnião sobre o que achava do termo Opção Sexual;

Seu conceito sobre o assunto deixou os acdadêmicos bastante abismados em relação a manipulação da opnião pública sobre o tema que agora maestrava o debate. Em suas considerações, o mestre da cadeira de Ética na Arbitragem, afirmou categoricamente que Opção sexual é impraticável, não ficando apenas em simples negativa sobre o assunto, expôs:

Para que houvesse a possibilidade de Opção Sexual, teria que haver no mínimo TRÊS generos sexuais, e não DOIS.

Quando o regente da aula expôs esta  sentença simples, pensou-se: Como é simples! como é que perdemos tanto tempo para travar acalourados debates sobre um tema INEXISTENTE. Segundo o Professor, homem e mulher, só teriam opção sexual, caso houvesse outro genero sexual, e, como não há nada, além do macho e da fêmea, também não há opção entre os gêneros, ambos estão fadados um ao outro, o homem (macho) para a mulher (fêmea).
Sabemos que esta definição soa como questionável, também poderá ser definida como infantil, entretanto ela não se contradiz, é um silogismo perfeito, porém cabe ao o homem racional aceita-la como regra de conduta, passando a definir dessa forma como desvio de conduta, tudo aquilo que escapar à sua simples regra.
É óbvio que esta afirmação, que acreditamos já ter sido imaginada por mentes sinceras, não mudará a atitude dos homossexuais, muito menos irá fazer militantes e simpatizantes do LGBT deixarem de lado seus modus vivends, entretanto, usamos do espaço para afirmar que este silogismo apresentado pelo nobre professor concorda não apenas com a doutrina do Livro Sagrado (Macho e Fêmea os Criou),  mas afirma a lógica na ciência e em seus mais diversos seguimentos (Macho e Fêmea, Complexo de Édipo, Complexo de Electra, Reprodução Humana, etc.), pelo simples fato da não contradição. 
É absurdo a forma como alguns profissionais descartam alguns pilares da ciência, da moral e da religião, em benefício de uma parcela da sociedade que tem se afirmado como uma nova espécie ou um novo gênero. Ele e Ela, Êlas? assim como soa desconcertante nos pronomes da nossa língua, soa desconcertante  na natureza, na mente, na vida e na sociedade.
Não chegaremos ao absurdo BALSONARIANO de propor uma exclusão de sangue – isto é neo-nazismo! – do mesmo modo, não podemos admitir que conquistas nos furtem a fala, a característica mais marcante da espécie humana! é por esta peculiaridade NOSSA que lutamos – o dm e o direito de se expressar. 
Não precisamos lutar por Deus, indepedente do que achem, como crêiam ou  não, Ele não se deixa escarnecer, sua sentença é certa, cremos assim! Também não queremos negar o inevitável – o que há de vir virá! – entretanto, queremos fazer ouvida nossas vozes, nossa fé e nossa esperança, que é pautada em um mundo cônscio do que diz a Palavra de Deus, proclamada por nós e crida por nossas gerações; Se a sociedade nos odiar por isso, sabemos porém que primeiro odiou ao nosso Mestre, por possuir da mesma forma opniões divergentes de sua socieadade.

Oramos por nossos representantes, tanto políticos quanto religiosos, para que possamos ter uma vida tranquila na terra, porém deixamos com Deus a execução do seu plano, que não seja para o nosso conforto, AFASTANDO DE NÓS ESTE CÁLICE, mas para que se seja feita a vontade dEle não a nossa. 


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O novo PLC 122 a exemplo da Lei Maria da Penha, lei que tornou mais rigoroso o tratamento de crimes cometidos contra a mulher, será batizada de Lei Alexandre Ivo, em homenagem ao adolescente que foi assassinado supostamente por ser gay.

Segundo a assessoria da senadora Marta Suplicy (PT-SP), o novo texto do projeto foi elaborado em um trabalho conjunto com os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e com o presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis.

Agora o projeto está sob análise dos intregrantes da Frente Parlamentar Mista LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), o texto substitui o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, de autoria da ex-deputada lara Bernardi, do qual Marta é relatora.

A iniciativa surgiu depois de várias tentativas de acordo para aprovar o PLC 122 com a Frente em Defesa da Família, representada pelo senador Magno Malta (PL).

“Estão confundindo a opinião pública. Homofobia é violência física, assassinato, crueldade, barbaridades, já o texto apresentado pela senadora Marta Suplicy, também com novo nome, agora, batizado de Lei Alexandre Ivo, é uma tentativa de não enfrentar a intolerância, o preconceito e a discriminação no mais amplo sentido e não apenas em favor dos homossexuais, mas também na questão racial, estética, social, religiosa e contra o machismo que humilha as mulheres”, disse o senador Magno Malta segundo sua assessoria de imprensa.

A Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira, após estudos feitos, declarou que a homofobia foi banalizada por causa do PLC 122 e que este foi erroneamente chamado de “Lei Anti-Homofobia”.

Magno Malta enfatizou que não se deve priorizar as minorias de forma isolada, como exigem os homossexuais. “Devemos ter ações para enfrentar os preconceitos étnico-racial, o social – de rico contra pobre – estético – principalmente as crianças obesas que sofrem bullying, em relação à sexualidade, a intolerância a religiosidade, a discriminação contra o idosos, o excepcional e a cruel violência contra a mulher”, ressaltou ele.

Sem o desejo de arquivar o PLC 122, Marta Suplicy reconhece que se ouver um acordo com as bancadas ligadas a Igrejas cristãs, ficará mais fácil conseguir a aprovação de uma legislação que considere a homofobia como crime.

“Nunca falei em arquivar o PLC 122. Disse que, fruto das discussões do PLC 122, um novo projeto é discutido no momento, com acompanhamento de Toni Reis, presidente da ABGLT, e também tendo eu relatado a mais lideranças do movimento LGBT o andamento de cada conversa feita entre senadores”, declarou a senadora em uma nota de esclarecimento.

O que o novo projeto faz é definir “crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação”. Um desses crimes seria o de “induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”.

Os deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Manuela D’ávila (PCdoB-RS) serão responsáveis por apresentar o novo texto à bancada evangélica da Câmara dos Deputados e representantes do movimento LGBT.
 

Fonte: Christianpost.com

Novo PLC 122 de Marta Suplicy e Grupos Gays


O projeto de lei 122/06 que visa criminalizar a homofobia foi “sepultado” pela senadora Marta Suplicy mas já tem “outro na manga” com as “mesmas diretrizes

Em conversa com o senador Magno Malta (PR-ES), a senadora Marta Suplicy (PT/SP), relatora do PLC 122, teria reconhecido que o projeto não seria aprovado. Marta Suplicy propôs modificar a proposta “no conceito e no contexto”. Entretanto, o plano da senadora é criar um novo projeto que tenha o mesmo foco do PLC 122, como ela informou em seu site.

“Em proposta minha, e já acordada há algumas semanas, com Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), e os senadores Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Demóstenes Torres (DEM-GO), chegamos à conclusão que devido à demonização do PLC 122, ocorrida ao longo da última década, deveríamos apresentar um novo projeto de lei, mantendo as principais diretrizes no combate à homofobia”, explicou a senadora.

Os membros da bancada religiosa e grupos pró-família justificaram que o PLC 122, não pode ser aprovado porque é inconstitucional, mostrando que o preconceito não existe somente contra os homossexuais, não podendo assim apenas contemplar um segmento na lei.

O novo projeto segundo a publicação de noíticias aos homossexuais Revista Lado A o novo projeto será apresentado esta semana no Senado com um número próprio.

Segundo a publicação, que disse ter tido acesso ao texto do novo projeto, ele não criminaliza a agressão verbal aos homossexuais, mas cria dentro da legislação existente “agravantes” e a “tipificação de crimes por preconceito”.

O novo projeto, ainda segundo a mesma revista, altera o artigo 61 do Código penal incluindo “orientação sexual” dentro dos agravantes de crimes. A tipificação entra nos artigos de lesão corporal e Injúria.

Além de tipificar a homofobia em crimes já existentes, diz a matéria, o projeto criminaliza ainda a discriminação no mercado de trabalho por não contratação ou dificultar a contratação por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

Segundo os ativistas LGBT e a senadora Marta Suplicy o PLC 122 foi “demonizado” e que por isso eles deveriam criar um novo projeto. Apesar do pronunciamento de “sepultamento” do PL 122, ele ainda não foi oficialmente arquivado pela senadora.

 

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Brasil – Homofobia perto de se tornar um crime
O novo projeto de lei que criminaliza a homofobia pode ter uma conduta mais pacífica do que a proposta anterior, o polêmico PL 122/2006. O texto dado aos parlamentares da Assembleia Parlamentar Paritária LGBT foi elaborado em conjunto pelos senadores Marta Suplicy (PT-SP), Demóstenes Torres (DEM-GO), Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Presidente da Associação de Lésbicas, Gays, Bissexuais , Travestis e Transexuais (ALGBT), Toni Reis.

O substituto não prevê penalidades para as declarações de crítica, o ponto de vista intelectual, o comportamento homossexual ou para desencorajar a prática, desde que feita de forma pacífica.

 
Fonte: Actup 

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Derivado da palavra grega γάμος (gamos), casamento, bíblicamente falando, é a união  estável entre um homem e uma mulher, pois deriva da palavra παμίσκω (gamisko) que significa desposar (conjugar) ou dar em casamento uma filha à um marido.
No Hebraico,  palavra deriva de  ערב,(‘ªrabh) usada em Daniel 2: 43 para denotar a união de dois materiais extremamentes diferentes (barro e ferro), ou seja é um amalgamento entre  dois componentes, um entrelaço, em resumo, trata-se de uma mistura entre duas pessoas,  quando se unem para dar sentido a palavra de Deus dita à Adão quando  Deus lhe entregou Eva, entregando-a ao homem como uma נגד (neghedh) (ver Gn 2: 18), uma adjuntora, uma contraparte tirada do lado (aramaico), esta seria como sugere a palavra a correspondente do homem, e o homem por sua vez lhe corresponderia, deveriam amagalmar-se, se entrelassarem e se misturarem para serem uma só carne, como afirmou o homem quando de Deus recebeu sua esposa (ver Gn 2: 22~24).

Apesar de todas estas afirmações documentadas, hoje, a Igreja de Cristo tem sido uma testemunha do desprezo humano pelas instituições Divinas; massificadamente vários estados em seus respectivos países do mundo (com o exemplo mais recente New York), estgão levantando a bandeira em defesa à causa gay erguendo assim um afastamento consolidado da espécie em prol de seus interesses, que só confirmam o que está escrito que a nossa tendencia a errar o alvo (hamarto) nos afasta do nosso Deus. 
Embora a história da cerimônia de casamento remonta à Roma antiga, com um simbolismo superticioso e também voltado à religião romana (o véu, acrescentado mais tarde, referência à deusa greco-romana Vesta, protetora do lar, simbolizando a honestidade e a virgindade, virtudes imprescindíveis para uma boa prole e a continuação do “sangue”, segundo os costumes da época); Dos Romanos também surge o conceito monogâmico ((Portal Sao Francisco.com) – ainda assim este princípio é primeiramente expresso nas entrelinhas da Bíblia e específicamente nos primeiros capítulos de Gênesis, como já observamos. Além disso, em diversas culturas o casamento é a festa da vida, onde um dos principais objetivos é a conservação da vida e sua continuidade. 
Diante disso, observamos a sociedade tomar o rumo da contramão da história, afastando-se daquilo que Deus instituiu e como instituiu; erguem as vozes com orgulho e lágrimas como se seus atos de total rebelião contra a Palavra de Deus fosse algo de cunho tão moral, que seria inexpressível para qualquer ser humano discordar. Igrejas erguem deigual modo esta bandeira multicolorida, como um sinal de opção para os que são “excluídos” pelos héteros, quem sabe, pensam eles, estão dessa forma separando o trigo (homossexuais) do Joio (heterossexuais), já que os que não concordam com a união homoafetivas são tudo que a sociedade menos precisa: preconceituosos, homofóbicos, atrasados e no mínimo desinformados.
Reverendos e Reverendas surgem com simpáticas teorias e frases de ampla aceitação para ‘conquistarem’ tal minoria (embora não se saiba quem conquistou quem!), a fim de aproveitarem o momento para o crecimento de suas denominações… AI DE VÓS! QUE TAPAIS AS PORTAS DO CÉU, NEM ENTRAM NEM DEIXAM QUE ESTÃO ENTRANDO,  FAZENDO AQUELES QUE VOS SEGUEM DUAS VEZES MAIS MERECEDORES DO INFERNO DO QUE VOCÊS MESMOS! (Mt 23: 13 e 14)
Casamento Gay. Sou contra, porém vejo que em nosso país é uma questão de tempo, pois aprova-se pelo supremo a união estável entre pessoas do mesmo sexo, mesmo que a constituição considere esta uniãos entre pessoas de sexos opostos. Por enquanto minha forma de protesto é escrever, quem sabe amanhã falar por ser impedido por ‘força maior’ de me expressar, expondo minha vida quem sabe a privações simplesmente por acreditar na Bíblia, o Livro que agora consideram ultrapassado e talvez amanhã Criminoso, podendo passar por elisões para não ser proibido, já que seus texto incitam ao que chamarão de homofobia.     
Em resumo, que venha o casamento Gay, isto pode afetar tudo menos os princípios que aprendemos de Cristo, inclusive o princípio de sofrermos por Ele (Fl 1: 29). Não haverá a possibilidade desta imposição afetar a educação que daremos aos nossos filhos, pois, por amor os educaderemos no Temor do Senhor, segundo a sua Palavra, que guardaremos no coração para não pecarmos contra sua santidade!!!

Que a Igreja de Cristo esteja preparada para esta onda que está surgindo. que não nos conformemos com este mundo, mas que sejamos, como sacrifícios vivos, transformados pela renovação do nosso entendimento (Rm 12:1~2).

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Por Julio Severo

De acordo com matéria do UOLNotícias de 12/05/2011, “A pressão da bancada evangélica impediu a votação do projeto de lei complementar 122/06 que criminaliza os atos de homofobia”, mas uma falha ou omissão do UOL não mencionou que o PLC 122 também reprime com igual violência legal as expressões e opiniões médicas, filosóficas, morais e religiosas contra a homossexualidade.

O projeto de ditadura gay deveria ter sido votado nesta manhã na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. Mas ao sentir a pressão contrária, Marta Suplicy optou por um adiamento, que acabou provocando confusão e tumulto quando a senadora Marinor Brito (do ultramarxista PSOL), chamou Bolsonaro de “homofóbico” e “criminoso” por causa de um folheto denunciando políticas pró-homossexualismo do MEC.

O UOLNotícias destacou a principal causa do adiamento: “Representantes da Frente Parlamentar Evangélica presentes à sessão pediram o adiamento alegando que devem ser realizadas audiências públicas, porque ele não teria sido suficientemente discutido no Congresso. `Precisamos debater à exaustão, sem privilegiar ninguém. Há pelo menos 150 milhões de brasileiros que não foram ouvidos’, disse o senador Magno Malta (PR-ES)”.
Malta, que é forte aliado de Dilma Rousseff, também declarou: “Se você não der emprego para homossexual, você vai preso. Se você demitir, vai preso. Se você não admitir, também tem cadeia para você. Se você não aceitar gesto afetivo, também tem cadeia. Estavam tentando criar um império homossexual, uma casta diferenciada no Brasil”.

O projeto de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP) tramita há dez anos no Congresso e somente em 2006 foi aprovado ardilosamente no plenário da Câmara, apenas com um punhado de deputados presentes. A senadora Marta Suplicy (PT-SP), que é relatora do PLC 122, queria tentar aprovar o seu parecer até a próxima semana, na data do Dia Nacional de Combate à Homofobia, no próximo dia 17.

Ao ver frustrada sua tentativa de avançar hoje o PLC 122, Marta suspirou para os jornalistas: “O Judiciário se pronunciou sobre um assunto que há 16 anos o Congresso não consegue se pronunciar”, disse a radical petista feminista e homossexualista, que tinha desde 1995 um projeto de parceria civil homossexual, que nunca avançou no Congresso, por pressão do povo. Mas o STF “resolveu” a questão.
Se o povo continuar fazendo pressão contra o PLC 122, a quem dona Marta recorrerá para “resolver” a questão?

Com informações do UOLNotícias e G1 da Globo.

Fonte: http://www.juliosevero.com

Recebido por E-mail 

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O mundo está acabando, isto é de comum acordo na opnião de sociólogos, especialistas, naturalistas e dos tão famigerados religiosos; aos que acreditam na Bíblia, se surpreendem com a exatidão das palavras de Jesus quando vêem o cumprimento de coisas preditas em suas profecias, tais como: Terremotos, conflitos entre nações, Rreinos em crises e Catástrofes Naturais.
Tais previsões são encontradas nos evangelhos, livros da Bíblia que tem por função  descrever o dia-a-dia do nosso Senhor Jesus, bem como relatar suas Palavras; no livro de Mateus temos as seguintes palavras:
E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores. (Mt 24: 3~8)

Também no Evangelho de Marcos encontramos:

E, assentando-se ele no Monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, e Tiago, e João e André lhe perguntaram em particular:
Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para se cumprir. E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim. Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes e tribulações. Estas coisas são os princípios das dores.

Estes trechos do Livro sagrado, nos mostra a seriedade do que foi Profetizado, e que nada do que foi falado pelos profetas bíblicos passa de delírio, mas de um aviso Divino sobre o futuro da humanidade. Outros trechos da Palavra de Deus também nos alerta  como será o futuro da humanidade com o desprezo que o homem tem devotado à Palavra de Deus.

Entretanto, ao invés do homem se precaver da condenação que espera aqueles que desprezam à Deus e sua Palavra, a humanidade tem corrido em direção contrária da palavra de Deus, favorecendo assim sua desobediência e provocando motivos para uma condenação predita.

É incrivel como os grandes telejornais, ao relatarem os terremotos, inudações, fomes, guerras, conflitos e afins, interrompem o fato com notícias que objetivam não o alerta do homem para o cumprimento bíblico, mas que convida a humanidade a unir forças para apoiar, aceitar e militar a favor da homossexualidade, direito das prostitutas, educação homossexual para crianças, treinamento para que profissionais habilitem-se no trato e na aceitação das novas regras de comportamento entre os gêneros.

Em Segundos se apagam os alertas Divinos e acendem-se o reforço para o objetivo humanos de desobedecer a Bíblia, que é a Palavra de Deus. Tudo está se cumprindo, até nossa rebeldia! Mesmo assim o homem segue seu caminho sem obedecer os alertas, sinais e profecias.