Arquivo da categoria ‘Polícia’


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Os fundadores do Movimento Cristão enfrentaram um protesto popular.
Eles tinham autoridade reconhecida, e o povo cristão tinha tudo em comum.
O povo entregava tudo aos fundadores, e eles administravam de forma a que todos fossem agraciados, segundo a necessidade de cada um.
Mas, com o crescimento do movimento, eles não conseguiam mais administrar com a eficácia necessária.
Houve um protesto popular.
Os fundadores pararam para ouvir aos manifestantes, e reconheceram a legitimidade do movimento.
Os fundadores, então, entregaram a administração dos fundos ao controle popular.
Livremente, os manifestantes elegeram aos seus representantes, e estes passaram a administrar o bem comum. E a justiça desejada foi alcançada.
O povo brasileiro está nas ruas.
O povo não quer ficar à deriva do poder, quer direcionar o poder.
O governo, como o fez a Presidenta, tem de admitir: o bem comum está sendo mal administrado.
O Estado tem de se abrir para o controle social.
Como? Isso tem de ser buscado. Uma forma deve haver.
O povo está certo: quem tem de estabelecer as prioridades é a população.
E mais, quem tem de ter controle sobre os gastos é a população, tudo tem de passar por controle social.
Se a Presidenta souber ler este mover popular, saberá que, agora, é a hora de fazer todas as reformas que todos sabemos que precisam ser feitas: política, tributária, jurídica, partidária, eleitoral.
O movimento não é contra alguém, o movimento é a favor do Brasil.
Não pode mais haver espaço para a corrupção, para a exploração, para que o bem seja de poucos, em detrimento da maioria. 
É o caso das tarifas do transporte público, que encarece sem ganhar nada de eficácia.
A FIFA diz que se continuar assim, não haverá COPA. 
Alguém tem de dizer, a esta organização, que não há governo mundial, que há Povo, há Leis e há Estado, e que isso não pode ser subvertido em nome de nada, muito menos em nome de eventos esporádicos, por mais internacionais que o sejam.
O povo está certo! Vamos todos às ruas! Democratas são os que reconhecem que todo o poder emana do povo e só para o bem do povo pode ser exercido.

BUSÃO



Segue abaixo Matéria extraída da Revista Foco Nordeste, onde Recife é elencado como a 9ª Capital mais Violenta do Brasil e a 32ª mais violenta do Mundo.

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Fonte: Revista Foco Nordeste


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Por: Paula Costa | Jornalista

Policiais e bombeiros militares estão em polvorosa. É que para atingir os índices do Pacto pela Vida, o Governo do Estado já sinalizou que nenhum policial ou bombeiro militar poderá tirar férias nos próximos meses e as licenças serão proibidas. A denúncia foi encaminhada a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) na tarde desta terça-feira (22/11).

Para o coordenador da ACS – PE, Renílson Bezerra, o tiro poderá sair pela culatra, ou seja, as novas ações do Governo do Estado para atingir os índices previstos no Pacto pela Vida poderão ter efeito contrário. “Não mexa com o bolso ou com o descanso do PM ou BM. A tropa está no limite. O aumento salarial foi irrisório e as escalas de trabalho estão cada vez mais escravizantes. E agora sem férias ou licença, ficará humanamente impossível”, garante Renílson. Ele acrescenta que também não estão sendo realizados os pagamentos das diárias referentes a eventos de grande porte e projetos como o Malhas da Lei.

Para um bom observador, o aumento do número da violência e as dificuldades em atingir os índices do Pacto pela Vida, coincidem com o processo de negociação salarial iniciado há um ano com a tropa. “Somos nós quem estamos nas ruas combatendo o crime. Sabem tanto da importância do nosso trabalho que as cobranças são todas direcionadas a nós mas, infelizmente, apenas cobram. Não somos valorizados pelas nossas atividades. Avisamos da nossa insatisfação, fomos às ruas, pedimos ajuda e o que ganhamos? Nada. A tropa está cansada, desestimulada e sem perspectivas de melhoria. O resultado está sendo desastroso para todos nós ”, conclui Renílson.


Fonte: ACSPE

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Desmilitarização da Polícia Militar é a maior utopia que já ouvi! Talvez seja chamado de péssimista, ou de estraga prazeres, mas com certeza não posso ser chamado de iludido;

Não acreditar na Desmilitarização, não significa que não haja o desejo que aconteça, pelo contrário, entretanto, ao analisar a conjuntura política e militar atual, vejo que o militarismo é muito mais que uma filosofia política, é um meio fácil de se ganhar a batalha contra o povo.
Talvez este nome ‘batalha’ surja meio que militarizado, exagerado, porém não é! O que acontece com os governos e o povo, é uma batalha travada onde ganha quem é o mais poderoso. Talvez alguém lembre de uma velha história que diz: “todo poder emana do povo e por ele é exercido através de seus representantes”… porém é bom frisar que, os representantes do povo estão exercendo o poder que emanou dos seus eleitores de modo particula, egoísta e covarde;

E o que isso tem haver com a Desmilitarização? Tudo! como é que podemos acreditar numa possível desmilitarização em um ambiente que permeia a velha ditadura? como podemos acreditar que o governo simplesmente irá abrir mão do seu exército estadual e ficar desprotegido da fúria do povo? Como podemos acreditar que o governo abandonará a maior massa de manobra que possui, que, com a qual, faz o que bem entende e deseja, pinta e borda e ainda assim, a tem numa rédia curta, guiada por criações de batalhões e promoções políticamente planejadas para conter o boi que puxa a carroça?

Desde o Governo Jarbas, os demais governadores pernambucanos aprenderam uma tática infalível para frustrar qualquer movimento por melhoria salarial, atendendo os interesses de uma minoria privilegiada; o governador do Rio de janeiro mostrou o quanto o militarismo pode ser favorável aos maus tratos morais de sua própria majestade, travando e humilhando pais de família num palco de vergonha para o mundo.

O Político precisa do Militar Estadual, é seu Exército Particular! e para conter este Exército é simples: “forme-se alguns pelotões especializados, que ganhem alguns bons trocados além do ordenado, e quando precisar, ameace puxar o tapete dos tais, a prisão orçamentária regimentará ums batalhão de mercenários, vítimas de salários baixos e desarmoniosos com a profissão heróica que exercem.

O Governo Teme o nome Desmilitarização, A População desconhece seus benefícios, A Tropa suspira por esse evento dentro de suas fileiras. O Militar é discriminado: …”exceto os Militares”… O seu direito está sempre de acordo com a conveniência polítca. Não esquecendo que o Militar é um Servidor Polivalente: Greve de Policial Civil, aciona os Policiais Militares; Greve de Médicos Legistas, Acione os Policiais Militares; Greve de Agentes Penitênciários, acione-se os Policiais Militares… O Porque? é Simples:

Boca de forno… se eu mandar… e se não for… Chefinho mandou dizer…

São funcionários públicos, aprovados em concurso, selecionados da sociedade, porém sofrem com o Código Disciplinar Militar, com o Tribunal Militar Estadual e com o medo de ter que ser IRRACIONALMENTE penalizado como se estivéssemos em tempos de guerra.

Por estes e muitos outros motivos que preferimos não citar neste texto, é que dizemos:

Polícial Militar: SUBSTITUI TODAS AS CATEGORIAS GREVISTAS, PORÉM NÃO É SUBSTITUÍDO QUANDO FALTA.
Policial Militar: TRABALHA MAIS E É O FUNCIONÁRIO ESTADUAL QUE MENOS RECEBE NA MAIORIA DOS ESTADOS BRASILEIROS.
Policial Militar: Sem sindicato, sem inclusão constitucional, sofre a boa vontade de Governador.
Polícia Desmilitarizada:População, força sindical e profissionais policiais ganham aliança constitucional.
Polícia Desmilitarizada: Fim da Monarquia institucionalizada.
Polícia Desmilitarizada: Governos Estaduais sem força para “argumentar” com a população.
Polícias Militares: TROPAS ESPECIALIZADAS/GRATIFICADAS, SÃO AS RÉDIAS DO GOVERNO P/ CONTER DISTÚRBIOS ADIMINISTRATIVOS C/ A TROPA COMUM.
Polícias Militares: Tropas Especializadas são gratificadas em revelia da Tropa Comum.
Desmilitarização das Polícias: DESESPERO PARA CORONÉIS E POLÍTICOS.
Policiais Militares: Profissionais POLIVALENTES!
Polícias Militares: A maior massa de manobra a favor dos caprichos governamentais.
Polícias Militares: Um exército particular dos Governos Estaduais
Desmilitarização das Polícias: NECESSIDADE DA POPULAÇÃO # MEDO DOS POLÍTICOS
Desmilitarização das Polícias: POSSIBILIDADE OU UTOPIA?

Desmilitarização das Polícias: VOCÊ ACREDITA?

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Senhor Bandido.

Esse termo de senhor que estou usando é para evitar que macule sua imagem ao lhe chamar de bandido, marginal, delinquente ou outro atributo que possa ferir sua dignidade, conforme orientações de entidades de defesa dos Direitos Humanos.

Durante vinte e quatro anos de atividade policial, tenho acompanhado suas “conquistas” quanto à preservação de seus direitos, pois os cidadãos, e especialmente nós policiais, estamos atrelados às suas vitórias, ou seja, quanto mais direito você adquire, maior é nossa obrigação de lhe dar segurança e de lhe encaminhar para um julgamento justo, apesar de muitas vezes você não dar esse direito às suas vítimas.

Todavia, não cabe a mim contrariar a lei, pois me ensinaram que o Direito Penal é a ciência que protege o criminoso, assim como o Direito do Trabalho protege o trabalhador, e assim por diante.

Questiono que hoje em dia você tem mais atenção do que muitos cidadãos e policiais. Antigamente você se escondia quando avistava um carro da polícia; hoje, você atira, porque sabe que numa troca de tiros o policial sempre será irresponsável em revidar. Não existe bala perdida, pois a mesma sempre é encontrada na arma de um policial ou pelo menos a arma dele é a primeira a ser suspeita.

Sei que você é um pobre coitado. Quando encarcerado, reclama que não possuímos dependências dignas para você se ressocializar. Porém, quero que saiba que construímos mais penitenciárias do que escolas ou espaço social, ou seja, gastamos mais dinheiro para você voltar ao seio da sociedade de forma digna do que com a segurança pública para que a sociedade possa viver com dignidade.

Quando você mantém um refém, são tantas suas exigências que deixam qualquer grevista envergonhado.

Presença de advogados, imprensa, colete à prova de balas, parentes, até juízes e promotores você consegue que saiam de seus gabinetes para protegê-los. Mas se isso é seu direito, vamos respeitá-lo.

Enfim, espero que seus direitos de marginal não se ampliem, pois nossa obrigação também aumentará.
Precisamos nos proteger. Ter nossos direitos, não de lhe matar, mas sim de viver sem medo de ser um policial.

Dois colegas de vocês morreram, assim como dois de nossos policiais sucumbiram devido ao excesso de proteção aos seus direitos. Rogo para que o inquérito policial instaurado, o qual certamente será acompanhado por um membro do Ministério Público e outro da Ordem dos Advogados do Brasil, não seja encerrado com a conclusão de que houve execução, ou melhor, violação aos Direitos Humanos, afinal, vocês morreram em pleno exercício de seus direitos.


Autor:

Wilson Ronaldo Monteiro
Delegado da Polícia Civil do Pará 
 
Recebido por E-mail

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Depois da morte da Juíza, brutalmente assassinada com 21 tiros quando acabava de chegar em casa na rua dos Corais, em Niterói (Rio de Janeiro), Juízes pensam em planos para segurançae nos tribunais, um paleativo que não funcionará contra a ousadia dos criminosos.
Infelizmente no Brasil, a Justiça só tira a venda dos olhos quando integrantes mais próximos são alvos da criminalidade, ou quando viram vítimas fatais, como foi o infeliz caso da Juíza Patricia Lourival Acioli, assassinada na noite da última quinta-feira (11).
Poderia ser mais uma morte, mais uma entre tantas que ocorrem todos os dias no Brasil, porém não se trata de um simples caso de assassinato, e sim da morte de um Juíz, que apesar de sua cidadania pautada nos moldes da nossa louvavél Constituição Federal, e possuir um CPF como qualquer outro brasileiro, sua função em nossa fragilizada sociedade o faz diferenciado, e exclui de si a simplicidade de ser só mais um contribuinte.
O assassinato, não fora o da senhora Patricia Lourival Acioli, mas o da Magistratura Brasileira e da Justiça Carioca, e quem matou? A omissão Política, corrupção e as brandas leis deste País, que ao invés de punir os marginais, servem como adubo para fertiliza essa erva venenosa e perigosa chamada  Criminalidade. A Mídia que faz da morte de poderosos estandarte para ovacionar a impunidade e ousadia dos que vivem às margens e acima da Lei apenas dá a manchete, e o pacato cidadão assiste tudo aterrorizado perguntando a sim mesmo: Como será o Amanhã?
Enquanto morrem milhares membros da classe operária, um Magistrado é destaque. Enquanto polícia e Bandido trocam tiros numa favela, planeja-se segurança para os fóruns. Enquanto os magistrados protegem-se, a população tem que curtir em seu quintal a droga, o roubo, o estupro, o homicídio, a bala perdida, a demagogia, a mentira, as promessas, a falta de respeito e tudo quanto não é digno para se dar ao Dono deste país: O Povo.
No dia 11 morreu um juíz, do dia 12 em diante morreram centenas de brasileiros pobres, pais de família, operários, mendigos, negros, adolescentes, drogados, profissionais, policiais, bombeiros, professores, e por aí segue… A morte é a única que não discrimina nesta nação, além dela, neste infinitésimal plano físico, temos a fome, a dor, o desepero, a angústia, a solidão, a saudade.
A Justiça morreu, à quem apelar? estamos jogados à propria sorte? voltaremos a condição de selvagens sem nenhuma lei que valha neste continente verde e amarelo? A revolta populacional será o futuro da justiça, ou será que viraremos meros alvos, ou quem sabe seremos o verme que alimenta os maiorais do topo da cadeia alimentar da qual estão nos submetendo? 
Quantos Juízes terão que morrer? Quantos Policiais? Quantos Brasileiros? Judiciário e Legislativo: unam forças com o Executivo! firmem leis que andem de acordo com nossa realidade, esqueçam os modelos importados que não servem para o Brasil, façam leis Brasileiras que ajude os brasileiros, dêem atonomia ao braço armado do Governo, e que o Governo saiba nutrir as células que compõem este braço chamado Polícia, ao invés de fracioná-lo, discriminá-lo e excluí-lo daquilo que chamamos dignidade. Que o Policial possa representar realmente o governo eleito pelo povo e para o povo, que sejam composto como verdadeiras células de defeza do organismo chamado Sociedade, e assim possa combater com verdadeira justiça intrusos e invasores da harmonia social.
A venda da Justiça foi roubada e virou a mordaça da Criminalidade. É hora de mudança.

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A Rede Globo causa polêmica ao definir os Policiais Militares e Guardas Municipais como Corruptos e Propneiros.
A Cena se deu na data de 29 de julho de 2011, na novela Insensato Coração, quando o personagem de um Delegado esposnde a interpolação de uma jovem afirmando que ele deveria estar prendendo mendigo nas ruas e  pegar dinheiro de motorista bêbado, diante da acusação, que configura bem o caráter da personagem, porém, a resposta do Delegado (peronagem) fora a gota d’água na tolerância das categorias do Policiais Militares e Guardas Municipais, pois na cena, o Delegado afirma que estaria sendo confundido pois não era Guarda Municipal, nem tão pouco Policial Militar…”.


A Cena causou indignação por parte das duas instituições, pois deste modo, estaria se estgmatizando a figura pública destes funcionários que compões a segurança entre os Estados da Federação. Ao ser interrogado pela mídia, os autores da Novela, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, afirmaram que não havia problema na cena, já qu a afirmação estava condizente com os personagens.

Cabe a categoria de segurança pública manifestar-se, em todo o Brasil, contra esta atitude de total desrespeito, tanto pelas categorias ofendidas, quanto àquelas representadas em personagens na novela, pois o silêncio e a indiferença leva ao consenso de que este vem a ser o verdadeiro pensamento dos Delegados, já que não se maifestaram contra as “PALAVRAS QUE COLOCARAM NA BOCA” destes profissionais.

Esta cena também nos mostra a falta de compreensão do trabalho das polícias, pois o Policial Militar nada mais é do que AGENTE REPRESSIVO DA AUTORIDADE POLICIAL (Diga-se de passagem, que a autoridade policial constituída é exclusivamente o Delegado, os demais funcionários são agentes de sua autoridade), logo, se formos trabalhar com silogismos, chegaremos à conclusão de que, o policial, seja ele MIlitar ou Civil, trabalha dentro da legalidade da autoridade do Delegado, então os Delegados através de seus agentes, está incluso dentro desta malha corrupta chamada Policia, em especial a repressiva. Além disto, tal cena ofende uma parcela da sociedade, colocando deste modo todos os que possuem aquele patamar financeiro, numa posição de total antipatia pelas categorias em lide, o que acreditamos cabalmente não condizer com a realidade, casos isolados sim, não a totalidade.

Queremos portanto deixar esta nota de repúdio contra a vergonhosa cena veículada por uma novela global, o silêncio dos governos, e a omissão representativa das Instituições Policiais MIlitares e das Guardas Municipais, salvo àquelas que já se pronunciaram diante  deste flagelo.   

 

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Escrito por Claudia
 
Na data de 09 de junho de 2011, na sede do Sinpol/PE, em assembleia geral, foi avaliada, deliberada e aprovada pelos policiais civis de Pernambuco a proposta negociada com o Governo do Estado para dar continuidade ao cumprimento das  etapas seguintes do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV) da categoria.
 
Diante da necessidade da adequação da planilha às especificidades da carreira dos policiais civis, o sindicato avalia que houve importantes avanços nas discussões com a conseqüente construção de um novo enquadramento,  com novas regras para sua efetivação. Regras que passam pelo critério objetivo de tempo de serviço:

Com a aprovação da categoria em assembleia, a partir do mês de julho, o enquadramento que antes era decenal (ou seja, de 0 a 10 anos – QPC I (Classe I), 10 anos e um dia a 20 anos – QPC II (Classe II); 20 anos e um dia a 30 anos – QPC III (Classe III), e acima de 30 anos – QPC E (Classe IV)) passará a ter um novo enquadramento. Confira as alterações:

NOVO ENQUADRAMENTO

* De 0 a 08 anos QPC I (Classe I Faixa D); 08 anos e um dia a 14 anos, QPC II (Classe II Faixa A);14 anos e um dia a 20 anos, QPC III (Classe III Faixa A); 20 anos e um dia a 30 anos, QPC E ( Classe IV Faixa A); Todos os aposentados e ativos com mais de trinta anos e os atuais QPC E (Classe IV) passarão, a partir de 1º de Julho de 2011, na planilha aprovada, para faixa “F” da Classe IV (Especial).

* A partir de julho de 2011, terá início a abertura do prazo para requerimento do 3º enquadramento (Enquadramento por qualificação profissional).

* Ficou garantido os percentuais de 8,14%, 8,40% e 14,55% respectivamente para os anos de 2012, 2013 e 2014.

Mesmo sabendo que o PCCV não é perfeito, o Sinpol/PE entende que, neste momento, é um instrumento importante para gerar expectativas para os policiais mais novos na carreira, e a valorização dos policiais ativos antigos, reconhecendo aqueles que contribuíram para a Polícia de hoje. A luta do sindicato, portanto, continua na busca de novas perspectivas de continuidade e aperfeiçoamento deste instrumento de excelência.

Diretoria do Sinpol/PEFonte: SINPOL/PE

Obs.: 
O Candidato que ingressa hoje na Polícia Civil de Pernambuco, Inicia seu ordenado com R$ 2.440,00 (dois mil quatrocentos e quarenta), só após 03 anos (período do Estágio Probatório – EP), é que concorrerá à uma AVALIAÇÃO pelo devido delegado, que o avaliará nas faixas salariais da Classe I, estando portanto dependendo do crivo daquela Autoridade Polícial (ex.: do a para b, no plano horizontal conforme tabela acima).
 
Os cursos de Especialização de 160h à 360h, só valerá após o período do EP, onde o Policial Civil poderá, indepedente da avaliação do Delegado, lograr um discreto diferencial monentário em comparação ao que não possui alguma espacialização na sua mesma faixa salárial. Vale ressaltar que, estes cursos de especialização inclui os cursos do Pronasci, além dos cursos latus sensu à nível acadêmico. 

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CorreioBraziliense/DA

Antes do recesso parlamentar, com previsão para começar em 15 de julho, o governo terá uma longa batalha a fim de evitar que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que unifica os salários das polícias estaduais seja levada a plenário.

Representantes da categoria pressionam os deputados federais de seus estados a assinarem um requerimento para que o projeto seja votado em segundo turno o mais rápido possível.

A PEC 300, como é conhecida, já esteve em pauta em março do ano passado e foi aprovada em uma primeira votação, mas com várias modificações em relação ao texto original. Segundo a Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), pelo menos 460 parlamentares já aderiram ao movimento.

Um grupo de policiais civis, militares e bombeiros militares programa para 5 de julho uma manifestação em Brasília para entregar o requerimento ao presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). “Até agora, 460 deputados assinaram o documento pedindo que a matéria seja colocada em votação em segundo turno, mas o número de parlamentares deve aumentar, já que falta a coleta em alguns estados, como o Rio de Janeiro”, explica o presidente da confederação, Jânio Bosco Gandra.

Os representantes dos policiais admitem não discutir a questão salarial nos próximos meses, caso o governo e o presidente da Câmara garantam que a proposta seja votada em segundo turno. “Queremos que isso ocorra ainda antes do recesso, quando começa a mobilização de várias entidades em Brasília”, diz o dirigente da Cobrapol. “Estamos trabalhando por etapa e o valor do piso salarial único será definido depois”, acrescenta.

No início da semana, o governo se movimentou para evitar que a PEC 300 seja aprovada. O Palácio do Planalto tenta convencer os governos estaduais de sua base a pressionarem os deputados a não votar, sob o argumento de que a aprovação significaria um impacto de R$ 50 bilhões anuais no Orçamento. Porém um dos argumentos dos estados é justamente o de que a PEC tinha apoio incondicional do ex-ministro da Justiça Tarso Genro — hoje governador do Rio Grande do Sul.

Teto de vidro

No texto inicial, a PEC 300 fixava salários de R$ 3,5 mil para policiais que ocupavam cargos básicos e R$ 7 mil para cargos de confiança. Na votação em primeiro turno, ano passado, a apresentação de destaques tirou os valores fixados. Em 2010, centenas de policiais ocuparam a Câmara e chegaram a acampar no Salão Verde. O protesto era pelo fato de os parlamentares não terem votado a matéria em segundo turno, como estava definido.

Remuneração da PM

O DF é onde a PM recebe maior salário inicial, segundo entidades ligadas ao setor

UF Salário base (R$)

Distrito Federal – 4.129.73

Sergipe – 3.012

Goiás – 2.722

Mato Grosso do Sul – 2.176

São Paulo – 2.387

Paraná – 2.128

Amapá – 2.070

Minas Gerais – 2.041

Maranhão – 2.037,39

Bahia – 1.984,23

Alagoas – 1.818,56

Rio Grande do Norte – 1.815

Espírito Santo – 1.801,14

Mato Grosso – 1.796,71

Santa Catarina – 1.600

Tocantins – 1.572

Amazonas 1.546

Ceará – 1.529

Roraima – 1.526,91

Piauí – 1.372

Pernambuco – 1.331

Acre – 1.299,81

Paraíba – 1.297,88

Rondônia – 1.251

Pará – 1.215

Rio Grande do Sul – 1.172

Rio de Janeiro – 1.137,49 

 
Fonte: Mídiamax

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A presidente Dilma acaba de dar ordem expressa proibindo a distribuição de qualquer material ligado ao “Kit Gay” nas escolas.

Leia Mais em: Genizahvirtual.com

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Este foi o reajuste do Governo Eduardo Campos para Os Militares do Estado

Sancionado na sexta-feira (20) pelo governador Eduardo Campos, e publicado no Diário Oficial de sábado (21), A REARRUMAÇÂO dos salários dos Policiais MIlitares de Pernambuco, serve para “…dar tranqüilidade à tropa e à sociedade nos próximos quatro anos“, (Palavras do Secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar).

Esta REARRUMAÇÃO dos servidores Militares do estado, servirá como um cala-te boca pelo menos nos  próximos quatro anos de Governo de Eduardo Campos (ou pelo menos é o que pretende a estratégia política!), ainda segundo o Site Ponto de Pauta, este ‘REAJUSTE’ (QUE PREFERIMOS CHAMAR DE REARRUMAÇÃO), “possui grande aceitação pelos militares da PM e do Corpo de Bombeiros das novas condições de remuneração estabelecidas” (Ver Reportagem completa no Site Ponto de Pauta), o que NÃO CONDIZ com a realidade moral da tropa!
A Realidade é a seguinte: Uma equiparação projetada para quatro anos, onde sabe-se que a categoria Policial Civil, em quareta e oito meses NECESSITARÁ DE REAJUSTE, e quando o Policial Militar chegar a ganhar o que ganha hoje o policial civil, a defasagem salárial será igual a do presente.
Sem falar que diante do que foi anunciado pelo Governo do estado, gratificações foram empurradas para o soldo, à exemplo do que fez o Ex-governador do Estado Jarbas Vasconcelos, congelando os salários da categoria durante sua vigência. Na realidade não houve reajuste, houve perdas de ganhos (Vale refeição, menos R$ 150,00 na Gratificação de Policiamento Ostensivo, QUINQUÊNIO(S)), esta subtração nos deixa de certa forma sem reajuste.
Quando no final das contas quando se receber esta REARRUMAÇÃO a realidade será:
R$ 2.100,00 – FUNAFIM (13%) – SISMEPE – CAS = SEM REAJUSTE
2.100,00 – 273,0 – 39,00 – 8,80 = 1.779, 20
Este será o Salário do Policial MIlitar: R$ 1.779, 20 (Sem Levar em Conta que alguns descontos oscilam, como é o caso do SISMEPE), ainda sem receber o quinquênio, que representa 5% do valor de seu salário (Existem Policiais que perderam mais de três quinquênios, ou seja, mais uma perda de 15% à 20% no salário). Como o Leitor consegue enxergar, não haverá reajuste, houve uma maquiajem, subtração e negação de benefícios j´´a conquistados. Não se iluda com o Governo de Pernambuco, ele está muito bem arquitetado CONTRA o servidor.

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Pec 300

Na manhã de 7 de abril, no bairro de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, invadiu a escola municipal armado com dois revólveres e começou a disparar contra os alunos, matando doze deles, com idade entre 12 e 14 anos. O assassino só parou ao ser interceptado pelo policial militar Márcio Alexandre Alves.

O “sargento herói”, como ficou conhecido, revelou que recebeu um beijo de uma aluna depois que retirou as primeiras crianças refugiadas de uma sala de aula. Márcio expressou seu sentimento dizendo: “Fico dividido entre dois sentimentos. Sinto tristeza, porque tenho filhos da mesma idade dessas crianças. Ao mesmo tempo, tenho a sensação do dever cumprido…”. A PM do Rio o promoveu por “ato de bravura”.

O sargento, de fato, não fez mais do que seu dever. Na verdade o seu ato de bravura está implícito a sua profissão. Teoricamente o dever da polícia e a de prevenção e repressão ao crime e manutenção da ordem pública, através do uso legítimo da força se necessário, fazendo respeitar e cumprir as leis. Então por que foi considerado herói?

Herói porque a sociedade carece de exemplos, mesmo que advenha do pleno exercício da profissão. Herói porque é um ato de bravura ingressar em uma corporação que tem regras rígidas e em contra partida paga salários injustos. Herói porque não recebe treinamentos adequados para enfrentar o perigo e ficam a mercê do instinto e da sorte. Herói porque, por força da conjuntura, ainda tem que comprar fardamento, arma e munição. Herói porque não podem dar, sem se corromperem, um mínimo conforto pra seus filhos. Herói porque defendem a mim e a você e, por vezes, tachamos todos como bandidos.

Enquanto observamos os heróis cumprirem o seu dever, uma Proposta de Emenda à Constituição de numero 300 (PEC 300), que cria um piso nacional para a segurança pública no Brasil, está parada na Câmara dos Deputados esperando a boa vontade dos deputados federais. No âmbito estadual um projeto de lei apelidado de PEC 300, que também trata do assunto, é transformado, entre a oposição e situação, em ‘factóide político de acusação’ – Há aproximadamente 7 meses a oposição acusa o governo de não conceder o benefício por ser de sua iniciativa, enquanto o governo acusa a oposição de irresponsável alegando que a iniciativa foi meramente eleitoreira – .

O contraditório neste assunto não é algo recente. Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, entrou para o cangaço após seu pai ser morto em confronto com a polícia. Virgulino jurou vingança e, ao fazê-la, provou ser um homem extremamente violento. Ele se tornou um criminoso e foi incessantemente perseguido pela polícia, a quem ele chamava de “macacos”. Uma das versões de sua alcunha é que ele modificou um fuzil, possibilitando-o a atirar mais rápido, fazendo a luz do disparo ter a aparência de um lampião. Mesmo depois de tantas atrocidades a quem diga que Lampião é um herói nacional, quase um Robin Hood.

Pergunto-me até quando iremos conviver com o pensamento paradoxal? Queremos policiais que não façam mais que seu dever, quando achamos não ter o dever de lutarmos por e com eles por um direito “nosso”.

Até quando vamos dar bananas para os macacos?
Fonte: PB Agora
Título Original: Daniel Targino