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Depois disto havia uma festa entre os judeus, e Jesus subiu a Jerusalém.
Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado em hebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres.
Nestes jazia grande multidão de enfermos, cegos, mancos e ressicados, esperando o movimento da água.
Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse.
E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo.
E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são?
O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim.
Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda.
Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava. E aquele dia era sábado. 
João 5:1-9
A Bíblia é formidável. Certo professor que tive me falava que a interpretação Bíblica exigia de seus estudiosos, no mínimo, acesso às cópias dos autógrafos, acesso ao texto  estudado em sua língua original; Como fazer uma boa exegese de um livro, com base em uma interpretação? como se pode “cortar perfeitamente” (orthotomunta – gr. < ορθοτομουντα >), sem ao menos saber o que se estar cortando?
Fui procurado por um Irmão e amigo em Cristo, para esclarecer sobre determinada passagem descrita no evangelho de João 5: 3b~4, que diz: “esperando o movimento da água. Porquanto um anjo descia em certo tempo ao tanque, e agitava a água; e o primeiro que ali descia, depois do movimento da água, sarava de qualquer enfermidade que tivesse“. A princípio nada de errado com a passagem Bíblica em comento, A fé saltita quando ouve do milagre ali descrito! o Problema não reside no fato de um Anjo mover ou não mover as águas – Isso pode acontecer – EU CREIO!, porém, a pergunta a ser feita é: DE FATO O ANJO AGITAVA AS ÁGUAS?
Talvez essa pergunta soe com um tom de incredulidade, além de fazer muitos desistirem de ler esse post, entretanto, nosso compromisso é com a palavra de Deus. Isso implica em Colocar o que tiraram, e, Tirar o que colocaram nas Santas Escrituras. Cremos acima de tudo que, assim como o próprio Deus, a Bíblia não necessita de ornamentos ou apetrechos: Ela é completa, perfeita. E agora? o que aconteceu? O ANJO AGITOU OU NÃO AS ÁGUAS?
Essa seria uma questão fácil, se não fosse o problema das Cópias do Manuscritos. Essa Passagem, não consta nos manuscritos mais antigos. O que encontramos é o texto acima, com a supressão da segunda parte do versículo 3 e a totalidade do versículo 4, logo, o que se pode afirmar disso é que, nem mesmo os judeus daquela época sabiam que isso acontecia. Simplesmente (se para infelicidade de muitos não sei, para alívio de outros muitos, também não sei) o que alí ocorria, era a presença de pessoas doentes a beira do Tanque de Betesaída.
Se formos analisar o contexto desse texto, veremos que alí se passava um dia incomum, era dia de festividade [vv.1] (Páscoa – entre 14~21 de Abril de 27 dC¹ ), sendo um dia incomum, era comum uma multidão incomum! embora o versículo mostre a esperança deste homem de ser jogado na água para a obtenção da  cura (vv7), entretanto, isso não pode ser pano de fundo para fundamentar o trecho dos versículos 3b~4, pois, nos manuscritos, estes nem existem!
O que de fato João queria mostrar com o trecho de 1~9, fora a autoridade do Messias, que poderia Curar num Sábado (Já que seu Pai – DEUS – não descansa), e Confirmar sua realeza como filho de Deus (vv 17~18) – ELE DE FATO POSSUÍA O DNA DIVINO!!!
Não precisamos colocar nada além do que possui no texto sagrado. Crer uma tarefa voluntária, poder responder a razão da nossa fé requer esmero e cuidado: “e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós…, (1 Pedro 3:15).
Logo, o tanque de Betesda não é a Asa do Anjo, nem muito menos da imaginação, mas podemos afirmar que são as asas da fé, fé no Messias Divino, no seu poder sem limites.
Referência:
¹ Bíblia em Ordem Cronológica
 Novo Testamento Judaico
Manual Bíblico Halley
Bíblia de Estudo Anotada Expandida
Panorama do Novo Testamento
Novo Testamento Grego Interlinear
Novo Testamento Grego Analítico
Bíblia de Estudo Palavra Chave

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No mundo com Cristo

Publicado: 06.11.2012 em Devocional

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O mundo se organiza para uma rebelião, algo nunca feito pela raça humana com tal dimensões. Para quem crer que a Bíblia é o Livro Sagrado deixado para o homem por Deus, vê estampado na sociedade um prazer em andar na contramão daquilo que é estampado nas páginas Bíblicas como irrevogável. Não precisamos aqui citar práticas, filosofias, posicionamentos; acredito na inteligência do ser humano que fora criado a imagem do seu criador. Hoje, posicionar-se a favor dos escritos sagrados é um perigo iminente! é ser um forte candidato a estar fora da lei! Poucos conhecem os verdadeiros motivos pelo qual os cristãos eram levados as covas e arenas, para servirem de alimento e espectáculos com leões; O principal motivo era que, aqueles que seguiam “O Caminho”, ameaçavam a harmonia e concisão política da sociedade Romana. 

Roma tinha por critério o culto ao Imperador, cujo um dos principais objetivos estavam em consolidar a fidelidade dos cidadãos romanos ao Império; uma das características dos que eram Cristãos, era a adoração única ao Deus Pai, e a declaração que só Jesus Cristo é o Senhor, o que resultava numa não modesta ‘Insurreição’, abalando os pilares em que se encontrava fundada a prosperidade romana; Além dos Cristãos já existentes, não eram poucos os que se convertiam ao Cristianismo, que andava em pleno crescimento geométrico. Isso assustava os poderosos romanos, pois colocava em cheque o poder de seu imperador, e subsequentemente a prosperidade e avanço do império; como solução a este problema, Cristão passou a significar ração de leão, ou espetáculo de arena. Não foram poucos os cristãos que morreram nas covas e arenas romanas.

Acredito que a história é cíclica, ela só muda de pele a semelhança de uma serpente. Os cristãos modernos, falo dos VERDADEIRAMENTE cristãos, sabem do risco que correm ao anunciarem seu amor inegociável por Cristo; porém mais do que no passado, a ameaça hoje não está apenas na sociedade secular, mas também no que hoje se define por Cristianismo; O Fato de se pregar a palavra, e se viver segundo seus moldes, já é em si, um crivo negativo para o sistema Sócio-religioso atual. Amar a Cristo é viver em risco, seja isso no passado, presente ou futuro da cronologia humana. Opor-se as ideologias, nunca foi tão arriscado como tem sido para o cristão da presente era; embora sob uma camuflagem de tolerância ideológica, o sistema moderno, persegue, fere e mata, aqueles que de forma direta confessam Só Jesus Cristo é o Senhor, sendo ele portanto o único digno de adoração.

Confessar o Senhorio de Cristo hoje, é expor sua fé no que está escrito na Palavra de Deus, e por ela pautar suas atitudes e pensamentos, mesmo que isso lhe tenha um custo alto. Expor a fé no que está escrito na Palavra de Deus hoje, é estar disposto a sofrer as consequências de dizer NÃO a tudo quanto o sistema defende como legítimo mesmo diante da negativa Bíblica sobre tal fato. É nadar na contramão daqueles que trafegam de encontro com os pilares divinos estabelecidos no livro sagrado; Em tudo isso podemos chegar a uma conclusão: SER CRISTÃO AINDA É SOFRER POR CRISTO! O Cristão por natureza despreza as dores de sua caminhada, ele ignora o quanto irá perder por Cristo, considerando ganhar muito mais nEle! Não importa o que isto lhe custe, o que importa, é que sua caminhada tem destino certo, e ele terá companhia certa até o fim de sua estrada à casa de seu Pai. Embora seja de dor seu final, há esperança de uma eternidade de gozo em Jesus!

Então, que venha as perseguições, que surjam as contradições. Estamos no mundo para refletir a luz maior que é Cristo, o cordeiro de Deus, somos espelhos que iluminam os abismos de um mundo que insistem em ser sem forma e vazio… O Espírito Santo que habita em nós, nos direciona para o caminho perfeito neste mundo imperfeito, para mostrar o caminho para todos aqueles que procuram a luz de Jesus. Que venha o mundo com suas armas, que se levante as trevas com seus ardis. Nosso Descanso está além do Jordão, atravessaremos a pés enxutos, pois o Senhor é aquele que garante nossa chegada! Que se coloque na nossa frente o Mar, pois é o Senhor que dá ordem e esse mar há de se abrir para a glória daquEle que sem será, pois é ele que guarda nossa entrada e nossa saída. 

Nossa vida tem um sentido. Temos um destino certo, e sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, que andam segundo o seu propósito.(Romanos 8:28).



Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.  Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.

Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.

(Salmo 1)

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 … Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra. E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela
E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra. 
João 8:6-8
Uma mulher adulterando. Essa foi a oportunidade que os fariseus acharam para encurralar Jesus, o Cristo, porém não sabiam a sede que possuíam de encontrar Jesus em alguma saia Justa, seria o maior erro que poderiam cometer.
Cristo ao ouvir as acusações dos moralistas, inclinou-se e escreveu com o dedo no chão… o que só Deus sabe! o certo e que ao se levantar e encarar a raça de víboras, suas palavras foram mais cortantes que espada alguma de dois gumes:
Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela. 
João 8:7
 
Uau! que resposta afinal era aquela?! de que lado Jesus estava? do lado dos fariseus é que não era, porém, antes de deixar-se interpretar como permissivo, Jesus lançou naqueles juízes injustos seus próprios dilemas, suas intrigas, seus furtos, suas desonestidades, suas desumanidades… um a um, deixaram o local, deixando apenas Cristo e a Pecadora.
Não podemos tentar aqui ADIVINHAR o que Cristo escreveu (Jeremias 17: 13 talvez tenha uma pista…), nem tampouco o que o costume da época nos fala de um gesto como o agachar-se no meio de uma discussão (não seria para ficar mais próximo de quem realmente precisava de sua ajuda naquele momento?); também Não precisamos aqui ressaltar a nobre, incomparável e vibrante resposta do Mestre aos fariseus; o que não podemos dispensar são os comentários sobre o olhar de um pai, voltado para uma filha prestes a condenação, depois de livrá-la das garras egoístas dos religiosos. O Ato de quando Deus se levanta para nos defender (João 8: 6~8)
Ao mostrar a ótica Divina em relação ao homem, o nivelamento que Deus faz com todos, conforme vemos em Romanos 3:9 e Gálatas 3: 22, todos debaixo do pecado, podemos fazer melhor uso da palavra do pregador:
Depois voltei-me, e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol; e eis que vi as lágrimas dos que foram oprimidos e dos que não têm consolador, e a força estava do lado dos seus opressores; mas eles não tinham consolador. Por isso eu louvei os que já morreram, mais do que os que vivem ainda. E melhor que uns e outros é aquele que ainda não é; que não viu as más obras que se fazem debaixo do sol.(Eclesiastes 4:1-3)
Tirando quem já está morto, ou quem ainda não nasceu, todos estão debaixo da mesma condenação, sem saída, não há melhores ou piores, todos estão debaixo de um mesmo céu, e tudo é vão, perecível, falho, e tendencioso ao desgaste. Cristo, criador do homem, e sabedor de seu problema chamado pecado, tratou com um cheque pastor seus opositores, voltando-se para o seu alvo: uma mulher assustada, sem esperança, sem salvador, sem consolo, entregue a morte… diante de todo esse terror pessoal, o Messias falou: “onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? (

João 8:10)“.
Aquela mulher não podia acreditar no que se estava lhe dizendo. A situação que lhe garantia a morte, trouxe-lhe uma oportunidade nunca oferecida antes, uma oferta que os fariseus, a sociedade, ou todo o sistema sócio-político-religiosos nunca poderia lhe oferecer, aliás, nesse sistema, todos precisavam tanto quanto ela de ouvir o que lhe foi dito a seguir: “

eu também não te condeno; vai-te, e não peques mais.(João 8:11)“.

Cristo é o único que pode perdoar pecados;Ele poderia redimir os pecados dos que fugiram de suas palavras, mas apenas uma estava disposta a ouvir sua sentença, apenas uma estava na condição que todo homem deve está: de réu, condenado, cerrado debaixo do pecado, sem esperança, sem expectativa, sem socorro… de toda aquela multidão, apenas uma se calou e esperou a primeira pedrada, pois reconhecia seu ato, e sabia da condenação que estava fadada, a esta Cristo Perdoou, não condenou, a esta Cristo aliviou o fardo, mostrou-se a esta pecadora como ele é: manso e humilde de coração (

Mateus 11:29)… crendo nisso ela encontrou descanso para sua alma aflita e perdida.

Os demais, como podemos dizer, seguiram suas vidas, com seus pecados, sem confessá-los, sem se colocar na posição que deveriam estar, com isso não ouviram o perdão, apenas tiveram a certeza de que eram pecadores, não reconheceram em Cristo a figura de seu salvador pessoal, muito menos esperaram dele um “eu também não te condeno, vais e não peques mais.” Esta é uma mensagem bem direta: Reconheça sua posição de Réu. Reconheça muito mais em Cristo a figura de seu salvador, que pode perdoar TODOS os seus erros. Só então, fazendo isso, poderemos encontrar descanso para nossas almas.
Cristo é o mesmo. Se nos apanham em nossos erros, e com isso querem nos condenar diante de Deus, Deus se abaixa bem pertinho de nós e nos deixa gravados seus segredos, levanta-se ao nosso favor e mostra ao mundo que todos somos iguais; depois se abaixa novamente perto de nós, espera que os destruidores afastem-se diante da verdade e nos diz com voz amante: EU NÃO TE CONDENO. VAIS, E NÃO PEQUES MAIS.
Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue nãoandará em trevas, mas terá a luz da vida
(João 8:12)

“Serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.”

2 Coríntios 6.16
Que título sublime: “Meu povo”! Que revelação consoladora: “Seu Deus”! Quanto sentido está contido nestas duas palavras: “Meu povo”! Todo o mundo é de Deus; o céu, inclusive o céu dos céus, é do Senhor, e Ele reina entre os filhos dos homens; mas daqueles que Ele escolheu, quem Ele comprou para si, Ele diz o que não diz a outros – “Meu povo”.
Nesta expressão, está contida a idéia de propriedade. De uma maneira especial, “a porção do Senhor é o seu povo; Jacó é a parte da sua herança”. Todas as nações sobre a terra são dele; o mundo todo está em seu poder; entretanto, há o seu povo, seu escolhido, mas especialmente sua possessão; pois Ele tem feito mais por ele do que por outros; Ele o comprou com seu sangue; Ele o adquiriu para ser intimamente dele; Ele voltou seu grande coração para ele; Ele o amou com um amor eterno, um amor que as muitas águas não podem apagar e que as circunvoluções do tempo nunca serão suficientes para diminuir em seu mínimo grau.
Caro amigo, pode você, pela fé, ver-se nesse número? Pode você olhar para o céu e dizer: “Meu Senhor e meu Deus: meu, pelo doce relacionamento que me habilita a chamar-te Pai; meu, pela comunhão sagrada que me deleito em conservar contigo, quando te agradas de manifestar-te a mim como não o fazes para com o mundo”? Pode você ler o Livro da Inspiração e encontrar ali os registros de sua salvação? Pode ler seu título escrito com seu precioso sangue? Pode, pela fé humilde, agarrar-se às vestimentas de Jesus e dizer: “Meu Cristo”? Se pode, então Deus diz de você e de outros como você: “Meu povo”; pois, se Deus é o seu Deus, e Cristo o seu Cristo, o Senhor tem um favor especial e peculiar para você; você é o objeto de sua escolha, aceito em seu Filho amado.
Fonte: Charles Haddon Spurgeon


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Os animais que entraram foram um macho e uma fêmea de cada ser vivo, conforme Deus ordenara a Noé. Então o Senhor fechou a porta. 
(Gênesis 7:16)


Noé obedeceu piamente a voz de Deus, Por 120 anos construiu a Arca, sob murmúrios e escárnios, porém obedeceu; O preço pago lhe garantiu ingresso na embarcação que ele mesmo construíra, acompanhado de um casal de cada animal existente, e seus familiares.

Noé firmou a primeira madeira a servir de guia para aquela construção incompreendida pelos de sua época, juntou todo material para sua construção e acabamento, porém, desconhecia o futuro marinheiro, que após cumprir com todas as exigências divinas, não lhe caberia o controle sobre sua futura casa flutuante;

Noé recebeu o projeto, executou, coordenou, divulgou, preencheu, mas não poderia abrir a porta da Arca sem o consentimento de seu arquiteto; Deus Fechou a porta, travou-a, assim que seu servo a lhe entregou pronta e em pleno funcionamento. Não caberia ao Pai de Sem, Cão e Jafé quem entraria ou sairia daquela nave, agora Deus estava no pleno controle! Noé apenas teve que descansar e esperar o tempo de Deus. 

Deus ainda age desta forma. Mesmo quando cumprimos com todas as suas ordenanças, e corremos para o seu querer, é ele quem fecha ou abre o fluxo da nossa vida; o que nos é delegado é a obediência as suas diretrizes, pois não temos controle sobre as grandes forças que regem a natureza, aliás, fazemos parte dela, e apenas isolados de toda sua influência, trancados por Deus dentro de seu projeto, é que podemos ser livres da culpa de não seguirmos nossos instintos.

É sabido que a Arca é uma figura de Cristo; segundo diversos teólogos, Cristo é a salvação para o homem moderno, assim como a arca o era para os pré-diluviamos; Cristo é representado plenamente como a salvação Divina, como figura a arca aos do tempo de Noé. Apenas em Cristo podemos nos ver isolados das influências negativas de nossa natureza, apenas nEle podemos nos ver livre da ira divina, Somente com Ele somos entregues ao total controle de Deus.

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Não foi fácil para Noé escutar os gritos apavorados de seus conhecidos, testemunhar morte e destruição fora dos limites da Arca, mas o que ele poderia fazer? estava fora de seu controle mudar de lado, por decisão própria decidiu estar na Arca, viver na Arca e depender da Arca…

Não é fácil estar em Cristo, quando tudo em derredor oscila, quando há mortes, angústias, destruição, corrupção, assédio, sedução para o mal, e desobediência oficializada e generalizada, mas nós decidimos estar em Cristo! Todo o controle está com Ele, todas as vidas que assim foram selecionadas para serem livres da destruição pertencem a Ele, Tudo que está em Seus limites (no céu e na terra) lhe pertence, Ele é o que tem todo poder!!!

Agradeça a Deus por Cristo impedir suas transgressões! Louve ao Eterno por lhe impor os limites de Cristo: Santidade, Humildade, Esvaziamento, Amor, e a Palavra de Deus! Ele é o que nos livra da destruição e da ira vindoura, é aquele que provê caminho em aguas turbulentas e um futuro real em meio ao nosso passado de transgressão.

Deus fecha a porta atrás daqueles que fazem sua vontade, garantindo com isso Paz, sossego, segurança, esperança, fé, deixando de fora da nossa nova expectativa Desobediência, frustração, culpa, destruição e morte. Acredite: Tá difícil continuar em Cristo? fora dele não há continuidade para tua existência. Cristo é a única garantia de Vida que possuímos num mundo condenado ao fim. 

Deus tem um futuro abençoado para você, mas para que seja assim, obedeça a palavra de Deus, permaneça em Cristo, pois ele vai te conduzir ao ponto mais alto desta vida, e te garantirá o futuro certo ao lado daquele que sempre te amou.   


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e seja achado nele… (Fp 3:9)


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Porque assim diz o SENHOR: Certamente que passados setenta anos em  Babilônia , vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.
Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.
Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei.
E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.
E serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei voltar os vossos cativos e congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o SENHOR, e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei. 
(Jeremias 29: 10~14)


Deus havia escolhido um povo para andar na Terra obedecendo seus estatutos, e representando-o perante toda a Criação; Porém, este povo mostrava sinais de rebeldia desde seus primórdios, desobedecendo-o as ordens e vontades eternas do Criador;

Então, o Eterno criou oportunidades para que este povo escolhido vivessem uma vida de experiências e através delas comprovassem o quanto eram especiais para seu criador; Após os patriarcas, Deus por intermédio de José, filho de Jacó, Deus livra a descendência do seu servo de momentos difíceis, mesmo que esses descendentes fossem tão dissimulados ao ponto de vender seu irmão como escravo apenas por inveja (Gn 37:1 ~ 50:16); A tragédia fora transformada em livramento, pois o Menino escravo ficou conhecido como Zafenate-Panéia, o Governador do Egito (Gn 41: 33~45); Deus através da figura imponente deste agora Governador, provê uma velhice tranquila ao seu Servo Jacó e aos Irmãos arrependidos do  Filho desaparecido (Gn 46: 6; 47: 10~12, 27).

O Povo cresceu e prosperou, a ponto de sua prosperidade fazer temer povos maiores e mais organizados bélicamente (Ex 1: 1~10), pois, quando da morte de Zafenate-Panéia, surgiu outro faraó que não ouviu sobre o Justo José (Ex 1: 8); Apesar das investidas, o temor do Senhor incrustado no coração das parteiras preservou os filhos de Israel; Deus fez o povo multiplicar muito (Ex 1:10~21); Apesar disso o povo de Deus ainda ameaçava a tranquilidade dos egípcios, sob as investidas cruéis, Deus levanta um de seus filhos, o faz príncipe da casa de faraó e liberta o povo da escravidão por meio dele (Ex 2:1~ 12:42); Moisés conduz o povo pelo deserto, mas com uma incredulidade mista de ingratidão, o povo murmura, descrê e preferem a escravidão à liberdade; Deus Livra o povo da fúria de Faraó, porém, sempre após cada milagre, livramento e zelo do Senhor, o povo retribuía com mais ingratidão, falta de fé e desprezo (Ex 12: 43ss)

Com tanta fidelidade, esperava-se no mínimo que este povo mantivesse em seus descendentes o sentimento que provaram, porém, após algum tempo, Não Havia Deus em Israel (Juízes 17:6; 18:1; 19:1; 21:25), mesmo com tantas providências, não havia uma coerência na nação para com esse Deus, no final Israel agia como se Deus não existisse, desprezavam ao Senhor de modo afrontador; 

Deus contudo não retrocedeu em seu acordo feito com seu servo Abraão. Todas as promessas estavam vivas e limpas diante de seus olhos, não havia tirado uma virgula de suas intenções de abençoar o povo, porém o juízo divino estava chegando para corrigir a rebeldia do povo. Em 586 à 516  a.C., os Judeus são levados Cativos, primeiramente sob o domínio da Babilônia, Rei Nabucodonosor, depois sob o assombroso domínio Persa, na figura dos Reis Ciro, Dário, Cambises e Dário I; Apesar dos setenta anos de Cativeiro, o Senhor não os havia esquecido, pois o povo era seu! Finalmente em 516 a.C. começa o mover de Deus para a Restauração de seu povo, até que finalmente, em 444 a.C., o povo passa por uma total conversão ao Senhor (Ne 2 ~ 11)!

A Fidelidade de Deus com seus fiéis, não os deixou serem apanhados de surpresa; através do ministério do profeta Jeremias, o Senhor alerta seu povo para o iminente julgamento e posterior consolação; No capitulo 21 de Jeremias encontramos o Senhor alertando seu povo para esta ocorrência futura, datava 597 a.C., onze anos antes o Eterno começara alertar seu povo das consequências de suas transgressões, logo após, no capitulo 24, vemos o Senhor relatar aos seu Profeta o motivo do cativeiro: 

Assim diz o SENHOR, o Deus de Israel: Como a estes bons figos, assim também conhecerei aos de Judá, levados em cativeiro; os quais enviei deste lugar para a terra dos caldeus, para o seu bemPorei os meus olhos sobre eles, para o seu bem, e os farei voltar a esta terra, e edificá-los-ei, e não os destruirei; e plantá-los-ei, e não os arrancarei.E dar-lhes-ei coração para que me conheçam, porque eu sou o SENHOR; e ser-me-ão por povo, e eu lhes serei por Deus; porque se converterão a mim de todo o seu coração.
(Jeremias 24:5-7)


Deus, para o bem de seu povo, os leva cativo à terra estranha, porém, o retorno do povo convertido é certo, bem como seu estabelecimento de volta a terra de origem, pois haveria conversão ao Senhor mediante a correção aplicada pelo verdadeiro e único Deus. Diante do Cativeiro, Deus escreve uma carta ao povo exilado, com  a seguinte mensagem:


Porque assim diz o SENHOR: Certamente que passados setenta anos em babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais. Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração. E serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei voltar os vossos cativos e congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o SENHOR, e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei.  

(Jeremias 29:10-14)

O Senhor estabeleceu um tempo para a conversão do seu povo. Ele planeja uma vida pacífica para aqueles que se convertam a Ele, distante do cativeiro, dos inimigos e da servidão, pretende nos proporcionar a tranquilidade de vida que desejamos!!! a única exigência do Santo de Israel, é que o busquemos de modo sincero, ele nos escutará, se deixará ser encontrado e nos resgatará para vivermos a plenitude de sua vontade, na terra da promessa!

Deus é o único que sabe e planeja o melhor para nossas vidas! nem que para isso nos avise com antecedência que teremos que passar por um cativeiro de setenta anos, porém voltaremos da forma que ele sempre quis que fôssemos: Convertidos para sua glória e satisfação! Ele Planeja o resgate de nossa convivência pai e filho, e fará tudo que for preciso para ter nosso coração convertido à sua vontade.

O Propósito (pensamento, plano, intenção) de Deus ao nosso respeito é a Paz, não a guerra; Deus não está interessado para condenar o mundo, mas para que este venha ter paz com Ele. Devemos como o Povo de Judá voltar convertidos ao Senhor, para que assim venhamos a desfrutar novamente da comunhão do Senhor, como é no coração do Eterno!


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Porque assim diz o SENHOR: Certamente que passados setenta anos em  Babilônia , vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.
Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.
Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei.
E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração.
E serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei voltar os vossos cativos e congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o SENHOR, e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei. 
(Jeremias 29: 10~14)


Deus havia escolhido um povo para andar na Terra obedecendo seus estatutos, e representando-o perante toda a Criação; Porém, este povo mostrava sinais de rebeldia desde seus primórdios, desobedecendo-o as ordens e vontades eternas do Criador;

Então, o Eterno criou oportunidades para que este povo escolhido vivessem uma vida de experiências e através delas comprovassem o quanto eram especiais para seu criador; Após os patriarcas, Deus por intermédio de José, filho de Jacó, Deus livra a descendência do seu servo de momentos difíceis, mesmo que esses descendentes fossem tão dissimulados ao ponto de vender seu irmão como escravo apenas por inveja (Gn 37:1 ~ 50:16); A tragédia fora transformada em livramento, pois o Menino escravo ficou conhecido como Zafenate-Panéia, o Governador do Egito (Gn 41: 33~45); Deus através da figura imponente deste agora Governador, provê uma velhice tranquila ao seu Servo Jacó e aos Irmãos arrependidos do  Filho desaparecido (Gn 46: 6; 47: 10~12, 27).

O Povo cresceu e prosperou, a ponto de sua prosperidade fazer temer povos maiores e mais organizados bélicamente (Ex 1: 1~10), pois, quando da morte de Zafenate-Panéia, surgiu outro faraó que não ouviu sobre o Justo José (Ex 1: 8); Apesar das investidas, o temor do Senhor incrustado no coração das parteiras preservou os filhos de Israel; Deus fez o povo multiplicar muito (Ex 1:10~21); Apesar disso o povo de Deus ainda ameaçava a tranquilidade dos egípcios, sob as investidas cruéis, Deus levanta um de seus filhos, o faz príncipe da casa de faraó e liberta o povo da escravidão por meio dele (Ex 2:1~ 12:42); Moisés conduz o povo pelo deserto, mas com uma incredulidade mista de ingratidão, o povo murmura, descrê e preferem a escravidão à liberdade; Deus Livra o povo da fúria de Faraó, porém, sempre após cada milagre, livramento e zelo do Senhor, o povo retribuía com mais ingratidão, falta de fé e desprezo (Ex 12: 43ss)

Com tanta fidelidade, esperava-se no mínimo que este povo mantivesse em seus descendentes o sentimento que provaram, porém, após algum tempo, Não Havia Deus em Israel (Juízes 17:6; 18:1; 19:1; 21:25), mesmo com tantas providências, não havia uma coerência na nação para com esse Deus, no final Israel agia como se Deus não existisse, desprezavam ao Senhor de modo afrontador; 

Deus contudo não retrocedeu em seu acordo feito com seu servo Abraão. Todas as promessas estavam vivas e limpas diante de seus olhos, não havia tirado uma virgula de suas intenções de abençoar o povo, porém o juízo divino estava chegando para corrigir a rebeldia do povo. Em 586 à 516  a.C., os Judeus são levados Cativos, primeiramente sob o domínio da Babilônia, Rei Nabucodonosor, depois sob o assombroso domínio Persa, na figura dos Reis Ciro, Dário, Cambises e Dário I; Apesar dos setenta anos de Cativeiro, o Senhor não os havia esquecido, pois o povo era seu! Finalmente em 516 a.C. começa o mover de Deus para a Restauração de seu povo, até que finalmente, em 444 a.C., o povo passa por uma total conversão ao Senhor (Ne 2 ~ 11)!

A Fidelidade de Deus com seus fiéis, não os deixou serem apanhados de surpresa; através do ministério do profeta Jeremias, o Senhor alerta seu povo para o iminente julgamento e posterior consolação; No capitulo 21 de Jeremias encontramos o Senhor alertando seu povo para esta ocorrência futura, datava 597 a.C., onze anos antes o Eterno começara alertar seu povo das consequências de suas transgressões, logo após, no capitulo 24, vemos o Senhor relatar aos seu Profeta o motivo do cativeiro: 

Assim diz o SENHOR, o Deus de Israel: Como a estes bons figos, assim também conhecerei aos de Judá, levados em cativeiro; os quais enviei deste lugar para a terra dos caldeus, para o seu bemPorei os meus olhos sobre eles, para o seu bem, e os farei voltar a esta terra, e edificá-los-ei, e não os destruirei; e plantá-los-ei, e não os arrancarei.E dar-lhes-ei coração para que me conheçam, porque eu sou o SENHOR; e ser-me-ão por povo, e eu lhes serei por Deus; porque se converterão a mim de todo o seu coração.
(Jeremias 24:5-7)


Deus, para o bem de seu povo, os leva cativo à terra estranha, porém, o retorno do povo convertido é certo, bem como seu estabelecimento de volta a terra de origem, pois haveria conversão ao Senhor mediante a correção aplicada pelo verdadeiro e único Deus. Diante do Cativeiro, Deus escreve uma carta ao povo exilado, com  a seguinte mensagem:


Porque assim diz o SENHOR: Certamente que passados setenta anos em babilônia, vos visitarei, e cumprirei sobre vós a minha boa palavra, tornando a trazer-vos a este lugar.Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais. Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração. E serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei voltar os vossos cativos e congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o SENHOR, e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei.  

(Jeremias 29:10-14)

O Senhor estabeleceu um tempo para a conversão do seu povo. Ele planeja uma vida pacífica para aqueles que se convertam a Ele, distante do cativeiro, dos inimigos e da servidão, pretende nos proporcionar a tranquilidade de vida que desejamos!!! a única exigência do Santo de Israel, é que o busquemos de modo sincero, ele nos escutará, se deixará ser encontrado e nos resgatará para vivermos a plenitude de sua vontade, na terra da promessa!

Deus é o único que sabe e planeja o melhor para nossas vidas! nem que para isso nos avise com antecedência que teremos que passar por um cativeiro de setenta anos, porém voltaremos da forma que ele sempre quis que fôssemos: Convertidos para sua glória e satisfação! Ele Planeja o resgate de nossa convivência pai e filho, e fará tudo que for preciso para ter nosso coração convertido à sua vontade.

O Propósito (pensamento, plano, intenção) de Deus ao nosso respeito é a Paz, não a guerra; Deus não está interessado para condenar o mundo, mas para que este venha ter paz com Ele. Devemos como o Povo de Judá voltar convertidos ao Senhor, para que assim venhamos a desfrutar novamente da comunhão do Senhor, como é no coração do Eterno!


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Ouvindo, pois, três amigos de Jó todo este mal que tinha vindo sobre ele, vieram cada um do seu lugar: Elifaz o temanita, e Bildade o suíta, e Zofar o naamatita; e combinaram condoer-se dele, para o consolarem.
E, levantando de longe os seus olhos, não o conheceram; e levantaram a sua voz e choraram, e rasgaram cada um o seu manto, e sobre as suas cabeças lançaram pó ao ar.
E assentaram-se com ele na terra, sete dias e sete noites; e nenhum lhe dizia palavra alguma, porque viam que a dor era muito grande. 
Jó 2:11-13 

E o SENHOR virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o SENHOR acrescentou, em dobro, a tudo quanto Jó antes possuía. 
Jó 42:10 


Como Deus muda as situações! Jó perdera seus filhos, bens e a companhia da Esposa, agora o diabo vem e toma-lhe a saúde! diante do quadro desesperador, três amigos vem ao seu encontro, homens bem intencionados, cheios de solidariedade, entretanto, cheios primeiramente de si, de seus orgulhos e preconceitos, não podiam enxergar nada além do que seus olhos viam: Um Estranho, sentado em meio as cinzas, com cacos de telhas, coçando suas feridas (Jó 2: 8);

Como todo homem centrado em suas próprias conclusões, e não havendo resposta, atingindo assim o limite do intelecto para a compreensão de determinadas circunstâncias, pasmam: Elifaz, Bildade e Zofar, três velhos que queriam consolar o amigo agora precisavam ser consolados, durante sete dias nada fizeram a não ser descer ao nível do velho amigo, para tentar compartilhar um pouco a sua dor;

Que tristeza era ver aquela cena: Três velhos, indagando e interpolando um moribundo e desprezado senhor, que de tantas riquezas extraíra apenas dor e solidão; Um Jovem porém, o tímido Eliú, que diante daqueles sábios da sua terra, não acreditava no que ouvia; “De longe trarei o meu conhecimento; e ao meu Criador atribuirei a justiça“! (Jó 36:3), disse o jovem na sua terna intervenção, porém as palavras do menino, nada amenizaram o sofrimento do Servo de Deus, antes lhe mostraram o quanto errara diante de Deus, sendo assim ainda mais merecedor de maior opróbrio;

Porém,lá do Céu tudo ouvia Deus, via o quanto Jó, seus amigos e o Jovem tímido lutavam contra os seus limites para entender o que se passava na vida do servo do Altíssimo: Deus resolve mudar o cativeiro de Jó, quando este orava por seus acusadores; Como bem falou o Jovem em seu início de discurso: Eis que Deus é mui grande, contudo a ninguém despreza; grande é em força e sabedoria.Ele não preserva a vida do ímpio, e faz justiça aos aflitos! (Jó 36:5-6) Deus dá ao seu servo tudo que antes possuíra, em dobro, e fez aos amigos do provado Jó presentear-lhe com importâncias dignas das pessoas mais nobres (Jó 42:11); 

Jó tornou-se “mais do que o primeiro” (Jó 42: 12), porque foi fiel, e porque há um Deus nos Céus, que quando prova a vida de seus queridos, é para dobrar e multiplicar as bênçãos que já tem derramado! Deus é aquele que permite a prova, e é o único que muda o cativeiro, além dEle não há outro!

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Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus.
E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.
Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo.
Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.
E, se alguém também milita, não é coroado se não militar legitimamente. 
2 Timóteo 2:1-5

As semelhanças entre um Soldado e o Soldado de Cristo acham-se no comportamento de fidelidade, subordinação e disciplina, entretanto, além de outras qualidades que possui o soldado de Cristo, que não é própria ao soldado comum, na qual destacamos a santidade, o ponto mais discordante entre essas duas classes distintas de guerreiros é o seu inimigo comum.

Enquanto o soldado comum pode possuir qualquer pessoa como inimiga, o Soldado de Cristo foca sua guerra contra três aspectos: O Diabo, A Carne e o Mundo; por isso é deveras importante que, os que assim foram alistados para essa guerra diferente, fortifiquem-se na graça que há em Cristo, a fim de agradá-lo (vv. 1, 4).

Seis passos, deve o Soldado de Cristo, antes de travar sua guerra, seguir criteriosamente:

  1. Fortificar-se em Cristo (vv.1)
  2. Aprender Com os que aprendem de Cristo (vv.2)
  3. Ensinar o que aprendeu a Homens que multipliquem seus ensinamentos (vv.2)
  4. Sofrer as aflições do Soldado de Cristo (vv.3)
  5. Não se Embaraçar com negócios desta vida para agradar a Deus(vv.4)
  6. Militar Legitimamente (vv.5)  

Enquanto a batalha do Soldado Comum é travada esporadicamente, o Soldado de Cristo, sofre constantemente Aflições por estar sem trégua combatendo seus três inimigos: O Diabo, A Carne e o Mundo. João, em sua primeira epístola afirmou:
Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.

E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.
1 João 2:16-17  

Levando em consideração outra afirmação de João, onde apesar de “Sabemos que somos de Deus”, porém, “todo o mundo está no maligno” (1 Jo 5: 19), podemos concluir que literalmente, o guerreiro de Deus está em um campo minado; 

Quem já assistiu filmes de guerra, sabe o que isso significa: Tropas inimigas para desfalcar tropas adversárias, vão montado minas enterradas em perímetros consideráveis de terrenos abertos, e o resultado disso, é uma verdadeira calamidade, com corpos mutilados, vidas ceifadas e mentes abaladas pelo horror da guerra. Este portanto é o terreno que se encontra o exército de Deus chamado Igreja: Em solo dominado pelo adversário voraz; o mundo descansa na maldade do inimigo de Deus e de seu povo, é é preciso que o Soldado de Cristo saiba muito bem de sua missão e da periculosidade que esta representa para sua vida;

Este ambiente hostil é travado durante toda a vida do Cristão, sem intervalos ou piedades. A luta travada dentro da mente e em seu exterior, exige deste Soldado Cristão a postura vigilante, além do compromisso de Aprender e ensinar sobre como se batalha legitimamente em Cristo, Sofrer as aflições do Soldado de Cristo, não envolver-se com o mundo e não esquecendo-se de fortificar-se em seu Senhor. Sem este critério não há coroamento da batalha, ou seja, o Soldado não vence sua luta e passa ao rol dos derrotados;

Lutar por Cristo e com Ele, não é lutar de qualquer Jeito, é lutar do jeito certo, como Cristo lutou, em honra ao Pai, confiando no seu Espírito, sabendo que hostes de anjos estariam a sua disposição para o consolar, amparar e guerrear ao seu lado; Ser soldado de Cristo é viver para agradar o seu Senhor, sabendo que a sua guerra é por salvar sua vida da perdição, seguindo a pura, perfeita e agradável vontade de Deus; É ter por inimigo os inimigos de Deus, é manter-se incontaminado num mundo distante de Deus, é viver em santidade, mesmo dentro de um corpo de Pecado.

Temos a nobre missão de representar nossa nação, que não é deste mundo, erguer a bandeira do Senhor nosso Deus e saquear o inferno com a palavra do Senhor; teremos como espólios almas sedentas por provar desta água que agora jorra de dentro de nós, que fora capaz de vencer a sagacidade da antiga serpente e trazer-lhes vida em meio as trevas.

Portanto, servir a Cristo, primeiramente nos coloca numa posição de guerra, onde temos que ser sóbrios e firmes no propósito daquele que nos alistou para a guerra! Ser Soldado de Cristo é superar o marasmo de uma vida sem propósito e viver arraigados nos propósitos do nosso Senhor, porque “nele vivemos, e nos movemos, e existimos; Pois somos também sua geração. Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém”. (Atos 17: 28; Rm 11: 36)

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E ele disse: Eu tenho sido em extremo zeloso pelo SENHOR Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derrubaram os teus altares, e mataram os teus profetas à espada, e só eu fiquei; e buscam a minha vida para ma tirarem. 
(1 Reis 19:14)
Deus tem servos guardados para sua Obra. Por mais que o homem de Deus se esconda em cavernas temendo as consequência das ordens cumpridas, Deus nos diz que possui um banco de reservas a sua disposição. As vezes nos deixamos enganar por nossas percepções e erramos feio para com nosso Deus; esquecemos que Ele tem livramento, abrigo, guarita, descanso, e acima de tudo, servos que o ama e estão dispostos a dar a vida pela causa da Palavra de Deus.

O que leva o homem a se esconder em uma caverna, depois de uma resposta maravilhosa de Deus ante a um desafio proposto, seguido de uma vitória e uma comprovação pavorosa da verdade Divina? Por qual motivo deixamos de crer no Deus da resposta, diante de um oponente visivelmente inferior aos oitocentos e cinquenta profetas falsos (1 Reis 18:19), mortos pelo próprio fio da espada do profeta de Deus (1 Reis 18:40). Como podemos querer representar o Divino, mediante a um tão visível acovardamento da nossa fé no Deus vivo que responde com fogo?

Deus nos mostra e nos informa que ainda possui milhares de servos, todos os joelhos que não se obraram a Baal, e toda a boca que não o beijou, aguardando uma ordem Sua parar fazer a obra que acaso venhamos abandonar (1 Reis 19:18); A soberania Divina encoraja homens e mulheres a aguardar o chamado Divino em total discrição, para que saibamos que Deus cumpre seus propósitos, independendo de nossa disposição, encorajamento ou compromisso com Deus e com sua obra!
Deus possui jovens desejosos para o ministério caso não desejemos mais o episcopado! há fileiras que aguardam em total silêncio o chamado Divino para a continuidade dos decretos de Deus! há Missionários escondidos em sua terra natal, intercessores que oram em seus quartos sem que haja plateias, evangelistas do mesmo vigor de Estevão e Filipe para pregar a Palavra de Deus vigorosamente, mesmo que debaixo de pedradas e sabatinadas; há profetas, diáconos, presbíteros, bispos, pastores, regentes, mestres, mantenedores, servos e discípulos, prontos para declararem ao Deus que os alisto para essa guerra: Eis-me aqui, envia-me a mim!!! (Isaías 6:8).
Por isso Prega a Palavra, em tempo ou fora de tempo! (2 Timóteo 4:2) Porque Deus não espera um coração perverso de incredulidade, isto nos afasta dEle, antes no temor do Senhor perseveras todos os dias! (Hebreus 3:12; Provérbios 23: 17). Você é único para Deus, mas não é insubstituível para sua Obra! Portanto, Vai, volta pelo teu caminho (1 Reis 19:15), esta é a ordem de Deus para todo servo que se consideraem extremo zeloso pelo SENHOR Deus dos Exércitos (1 Reis 19:14), Você não está só, Deus tem servos fiéis prontos para te apoiar na tua caminhada até o céu.
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Um Simples Testemunho

Publicado: 27.02.2012 em Devocional

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Paz do Eterno!
Gostaria de compartilhar a alegria de um irmão que, em contato conosco no último feriado, nos confessou sua necessidade de congregar-se, porém, não estava se adaptando ao estilo das igrejas mais próximas de sua residência; diante da conversa, entendemos que havia a necessidade do cristão participar do convívio entre membros que comungassem sua mesma fé, pois chegamos a conclusão pela Palavra do Senhor, que o cristianismo não é uma religião de carreira solo, muito menos de isolamento social, trata-se mais de uma comunidade de fé, que nos força a viver em irmandade e lidando com os diferentes temperamentos e aprendendo uns com os outros, por mais que as denominações não sejam 100% corretas (que é a pura expressão da verdade!). 
Começamos etão a dividir experiências e diante de uma exposição sobre algumas denominações, soubemos  que o estimado irmão não conhecia ainda uma determinada Denominação, da qual eu tinha participado de alguns cultos e um Cursilho de Cristandade, e como o perfil de culto fora traçado pelo nosso estimado em Cristo, percebemos que esta denominação se encaixaria perfeitamente com sua personalidade. Abaixo segue o Testemunho do Irmão em Cristo, e para preservar sua identidade iremos apenas deixar suas iniciais, no demais, não alteraremos em nada o e-mail compartilhado pelo Irmão M.R.
P.S-> Só para controle de curiosidade e especulação, sou Membro da Assembléia de Deus (COMADAL-PE), sob a direção do Pastor Presidente Roberto José dos Santos, e Pastor Local Delmário Leandro, o meu Presbítero é o Presbítero Roberto, e eu sou um simples professor de Escola Bíblica Dominical, e, portanto, não possuo nenhuma ligação que me leve a propagar a Denominação citada logo mais abaixo. Segue:

Olá, 

Estou feliz, hoje pela manhã (domingo) fomos ao culto na Igreja Episcopal (uma benção). Desde quando aqui cheguei em Recife orava perguntando para ao Senhor Deus em que Igreja congregar. 
No feriadão de carnaval compartilhei com alguns irmãos que estavam na Praia conosco, sobre da minha necessidade de congregar 

pois estava sentindo falta. Compartilhei com eles da Igreja Abba onde eu me reunia aí em Curitiba. Esses amados irmãos me disseram

que iria gostar da Igreja Episcopal que é do estilo da Abba. Não deu outra, realmente é uma benção. 

Tem um Louvor maravilhoso, tudo bem organizado, a Palavra foi maravilhosa e veio nos encorajar a prosseguir na fé cristã e nos fortaleceu, 

nos próximos dias 16/17 de março ocorrerá o Celebrai (02 dias de louvor), final do mês ocorrerá encontro de homens casados e abril encontro 

de casais, se o Senhor permitir nós queremos participar de todos. 

O bom é que o horário dos cultos são 10:00h, 17:00h e 19:30hs se tem várias opções, nós optamos pelo horário da manhã (a primícia é do 

Senhor). Aleluia!!!

Não vejo a hora de chegar o próximo domingo para participar de outro culto abençoado.  

A R. (esposa) desde adolescente sempre participou da Igreja Assembléia de Deus, pensei que fosse haver alguma resistência por parte dela, 

e para minha alegria ela amou o culto e disse que será uma benção participarmos dessa Igreja. 

Shalon Adonai
M. R.

Igreja Não é Circo

Publicado: 24.02.2012 em Devocional, Reflexão

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Igreja não é platéia, nem tampouco púlpito é palco. Acredito que todos saibam disto. Porém há meia dúzia de Servos que se acham Astros e querem brilhar mais que a luz da Nova Jerusalém Celeste, que usam a igreja como se assim fosse: Palco e Platéia.
A Falta de vergonha ou de bom senso, ou melhor dizendo, a inocência destes mercenários, fazendo negócio com a Igreja de Cristo é de assustar: manipulam o povo, a grande massa desavisada, e deturpam a pureza da igreja, maculando de modo irreversível as vestes daqueles que se candidataram a salvação.
São escolhidos de Deus, não são presas ou rebanhos sem pastor; o zelo do Cordeiro pelas suas ovelhas é itinerante, ele não tosqueneja, o guarda de israel está perseguindo os passos da Igreja com seu olhar de fogo, sem cochilar um só momento, vinte e quatro horas por dia, não seria inteligente usar esses pupilos de Deus como trampolim para uma carreira de narcisismo.
Igreja não é platéia. Lembre-se que você não está diante de um grupo de espectadores  prontos para verem o seu show… ali se encontra o povo que Deus reuniu pelo poder de seu sangue, a fim de que sejam a imagem e semelhança de Seu Filho; não é o número que tem que ser sua meta, mas o crescimento sadio do corpo de Cristo confiado a você.
Púlpito não é palco. Não basta técnicas, é preciso que o usuário faça do púlpito sua vida, não apenas seu ofício; é necessário encarar o ministério como o que ele é: serviço. Você foi chamado para servir, não para ser admirado ou notado; sua função é apresentar a Cristo, ensinar sobre ele e admoestar com as palavra dEle, e não apresentar um produto novo ou uma piada nova a cada ‘apresentação’.
Creia que Deus lhe chamou e se responsabiliza, e para tanto, você assumi compromisso com a Palavra de Deus e com seu povo, lendo, orando, meditando, praticado e amando; no mais, todas as demais coisas será acrescentada ao seu ministério. Chega de Show, de Espetáculo, de acrobacias, de exibicionismo, de narcisismo, de confissão positiva e de patavinas. Igreja tem fome e sede da Palavra de Deus.
As Ovelhas reconhecem a voz do seu Pastor, não queira trazer uma voz estranha para o povo de Deus.

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Igreja primeiramente é comunidade, calor humano, convivência real e não virtual, sentir de perto a necessidade do irmão e colocar a vida a disposição de quem tem fome, sede, solidão e necessidade! Igreja não é o templo, Jesus faz-se presente quando dois ou três estão reunidos em seu Nome!
Igreja não preza por teoria, vive na prática do amor de Deus, nasceu do amor de Deus, vive  e ama por causa deste amor, aliás, a igreja é o grande amor de Deus!!!! e deve amar-se todos os dias, em comunidade… Quão bom e agradável é que os irmãos sentados estejam unidos!
O ódio do mundo não deve preocupar o cristão, o priemeiro a ser odiado fora Jesus! o que diremos de nós! Alegremo-nos, pois o presente de Deus é grande para nós que sofremos por causa do seu Nome, seremos saciados pois temos fome e sede de justiça, e Deus é a fonte de toda justiça!

Um Bode Emissário

Publicado: 14.01.2012 em Devocional, Reflexão

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Um bode expiatório, é o que o ser humano procura para exorcizar todos seus demônios. No antigo Israel, havia esta figura, Azazel (עזאזל ̀aza’zel), que era escolhido por sorte e mandado ao deserto para levar consigo todos os pecados do povo, para a remoção completa da culpa;O Sacerdote teria que jogar a sorte entre dois bodes, um seria sacrificado para Deus, e o outro abandonado no deserto para levar os pecados do povo para um lugar onde não houvesse ninguém (Lv 16: 17~21). Ressuscitando esta prática hoje, parece que desejamos que pessoas sirvam como nossos Bodes Emissários, que mesmo depois do sacrifício feito pelo Cordeiro do Senhor, SENTIMOS A VONTADE DE PEGAR UM ELEMENTO VIVO, impor as mãos sobre a cabeça deste, e transferir todos os nossos pecados para o nosso Azazel, e deixá-lo padecer no deserto de modo insensível e institucionalizado.

Apesar da simbologia do Bode Emissário ser a do esquecimento das falhas do povo, de como seriam perdoados, lançando no esquecimento para nunca mais se resgatar tais erros, nossa atitude para com aqueles que escolhemos para serem nossos Bodes Expiatórios, é a de lançá-los à própria sorte, para serem humilhados diante de todos, amigos ou inimigos, para que estes bodes se lembrem que falharam e que nunca serão perdoados, mesmo que tenham servido para levar a culpa de seus acusadores. Não temos a nobreza Divina de demonstrarmos o perdão, lavamos as mãos, e pelo carisma do povo crucificamos o inocente e o deixamos parecer tão culpado quanto o pior dos pecadores, marginalizamos o que foi resgatado, descremos da obra do perdão Divino e deixamos de perdoar as ofensas daqueles que nos atingem, não jogando no esquecimento como nos ensinou o Pai Eterno com este exemplo do Bode Emissário. Que deixemos a Lei e vivamos a Graça. Que abracemos ao invés de lavarmos as mãos! que não beijemos falsamente o rosto daqueles que confiam em nosso amor, nem matemos inocentes por sentirmos ameaça ao nosso trono! que não nos deixemos envolver pela beleza de quem nos pede a cabeça do inocente, nem caçoemos da hora de agonia de quem sem culpa está sendo crucificado injustamente; Que alimentemos o que tem fome, saciemos o que tem sede, vistamos os que encontram-se sem roupas, e visitemos os doentes, presos e desamparados! Seremos deste modo Benditos do Pai! Nenhum poder nos seria concedido se não procedesse do Alto, logo, temos o poder de perdoar, amar, procurar, amparar, ensinar… isto vem de Deus.

Perdoa as nossas ofensas

como também nós perdoamos
as pessoas que nos ofenderam (Mt 6: 12)